“A verdade sobre os demônios de Johnny” – Vanity Fair (Nov.2011 ).

“Arrumar tempo para um encontro com Johnny, quem eu conheço há anos, cujo filho Jack é meu afilhado, levou mais de uma semana de saltos de obstáculos e muitas indas e vindas.
Johnny trabalha muito. Ele mantém uma agenda extenuante. Eu queria perguntar sobre esta agenda, e como eu já suspeitava ele se tornou , para usar um termo psicodélico New Age, um ‘workaholic’.”

Assim NIck Tosches descreve o que seria o início de uma trabalhosa entrevista com Johnny.

Nick inicia seu artigo para a Vanity Fair edição de Nov.2011, dizendo que gostaria de ouvir o que Johnny teria a dizer sobre ‘The Rum Diary’, o romance de Hunter S. Thompson que ficou guardado e esquecido por anos e anos até que um dia, enquanto era hóspede de Hunter em sua casa, mais precisamente em seu porão, Johnny o resgatou do fundo de uma caixa.

A entrevista aconteceu em Londres no período em Johnny estava filmando ‘Dark Shadows’. Eles tinham planejado passar o dia da seguinte maneira: até o meio da tarde Johnny faria a sessão de fotos para esta entrevista e depois ficariam livres para beber e jogar até tarde da noite, embora Johnny tivesse que acordar muito cedo no dia seguinte para filmar. Mas Johnny decidiu adiar a sessão de fotos, para tomar esta decisão ele levou cerca de quatro horas, deixando Tosches p* da vida esperando em seu quarto de hotel este tempo todo.

Quanto chegou a opulenta casa de campo em Mayfair a qual Johnny estava ocupando durante sua estadia na Inglaterra, já não estava mais com raiva, Nick estava ansioso para rever o amigo de tantos anos.

Sentou-se em um grande sofá de couro em uma sala em estilo árabe ( a casa pertenceu à um milionário árabe antigamente ) . Oposto a ele havia um quadro de Banksy intitulado ‘How do you like your eggs?’. O quadro mostra uma mulher mulçumana , coberta com um ‘hijab’ negro seguindo a tradição mulçumana e sobre esta roupa um avental mostrando as curvas femininas em uma ‘lingerie’, em uma das mãos ela segura uma frigideira com um ovo e lança um olhar desafiador. Depois de negociar com o artista, Johnny adquiriu este quadro em maio deste ano.

“ Então Johnny entra, senta-se ao meu lado com um grande sorriso, acende um cigarro e abre um Chateu L’Evangile 2002. O mesmo velho Johnny. O Johnny Depp que há muito tempo atrás servia gasolina em um posto da Shell em Miramar, Florida, que foi arrancado pelo dono do posto de um serviço fácil para um mais pesado na garagem e rumou oeste com os membros da sua banda , The Kids. Em Los Angeles ele continuou a perseguir a música – o que ele faz até hoje , tendo se tornado um guitarrista formidável – mas ele se deu bem freqüentando muitos grupos de estudos de Cientologia da cidade que pagavam três dólares para cada freqüentador que comparecia , mesmo aos que não acreditavam, como Johnny. Três dólares para sentar-se entre eles ( “ Eu freqüentei um monte, cara, foi ótimo, foi fantástico”) .Aos vinte ele acabou nos filmes, e hoje aos 48 , ele é considerado o maior ator existente. E ainda ele é o mesmo velho Johnny, suas circunstâncias mudaram, mas não sua natureza. Eu nunca achei difícil imaginá-lo ainda servindo gasolina com um cigarro pendurado na boca . Eu nunca me canso de admirar a rara variedade e profundidade da sua leitura, inteligência, conhecimento e interesses. De Baudelaire a Beckett e a Burroughs, da percepção profunda do Ch’an budismo até onde vai a ‘Transmissão da lâmpada’, da observação das coisas da natureza até onde Lucrecius termina e se inicia um ‘conoisseur’ de ambos, vinhos e Mountain Dew ( refrigerante da Pepsi) – uma variedade e profundidade ainda mais raras entre os atores que em sua maioria levam uma vida vazia, e cuja humanidade é uma pretensão estranha.”

Nesta entrevista Johnny diz que se sente violentado durante as sessões de fotos. Comentário que gerou enorme polêmica e que já foi esclarecido por ele mesmo que assumiu ter usado termos inadequados. Disse que quando as pessoas pedem para tirar fotos com ele, não vê problema algum, mas quando há uma sessão de fotos sente-se um bobo. Para mim isto demonstra seu caráter humilde e livre de arrogância.

Nick muda a direção da entrevista para outro assunto. Por que ele se tornou um ‘workaholic’? Para isto relembra que há muitos anos em Paris no restaurante La Closerie de Lilás , ele perguntou porque Johnny trabalhava tanto e Johnny lhe disse que talvez não o quisessem mais nos filmes em cinco anos. Doze anos depois disto veio ‘ Os Piratas do Caribe’ e Johnny ficou muito, muito rico e muito ,muito famoso, então por que ainda continuar trabalhando deste modo?
“Basicamente, se eles querem me pagar esta quantia estúpida, eu aceito. Eu tenho que aceitar. Quero dizer, não é para mim. Você sabe o que quero dizer? A esta altura é para meus filhos. É ridículo, sim, sim. Mas no fim das contas é para mim? Não, não, é para meus filhos.”

Tosches destaca que o conhece há anos e sabe que Vanessa, Jack e Lily-Rose são o centro do seu mundo, “ Vamos lá, é para você também, cara” , diz Nick, “ Não realmente. Eu estou constantemente… eu tipo todo dia …sabe, todo dia é como…” ele respira fundo ,dá uma tragada, toma um gole e começa novamente “ Há uma parte em mim que precisa ter este tipo de estímulo para o cérebro. Eu tenho que ter esta droga de estimulo.” Nick pergunta “ E a tal adulação de Hollywood? É viciante também?” ,” Ela é o que é.”, diz Johnny. “Estou feliz, estou feliz e estou bem.”

Johnny trata Nick como “my brother”… “ Ah, my brother estou feliz em vê-lo. Temos que ir jogar .” Nick ainda pergunta “ O que você enjoa de ser perguntado?” “ Nada.”, responde Johnny. “Nada”?”, “ Não, realmente, nada.” , “ Há algo que você desejaria que alguém te perguntasse ?”, “ Não “, com uma boa risada, “Não.”.

Tosches então fala sobre “The Rum Dairy” e de como o filme traz tanto a visão de Johnny como a de Hunter e que isto seria uma intensificação e muito além disto, do que apenas seria uma fiel visualização do romance. Apesar da essência do filme permanecer fiel ao romance, o filme destaca a historia do escritor tentando encontrar a sua verdade e a sua voz interior. Algumas das mais significativas cenas do filme não são encontradas no romance e algumas partes menos importantes no romance tomaram grandes proporções no filme.

Johnny falava em fazer este filme por mais de uma década, “Está aí por tanto tempo. Então, eu fiz o filme antes de fazê-lo.”

Bruce Robinson,escritor e diretor de “Os desajustados” filme que ambos Johnny e Hunter eram fãs e foi escolhido por Johnny para ser o diretor, explica para Nick( em uma outra entrevista por telefone) que a parte mais difícil foi a qual no livro, Hunter se divide em dois personagens Kemp e Yeamon que representa Hunter e no filme os dois teriam que ser retratados apenas em Kemp. Johnny diz “ Bruce o fez brilhantemente. Temos Kemp e temos Yeamon, que representa Hunter. Com Kemp não havia meio de termos os dois então, Bruce fez – Johnny faz uma mímica jogando um livro de lado – o que seria basicamente o pensamento de Hunter, sabe?”

Para as filmagens Bruce preferiu que as câmeras fossem apenas expectadoras das cenas e não mais um artifício de filmagem. Johnny disse que a parte mais difícil das gravações foi policiá-las, ser a policia do que Hunter gostaria ou não do que fosse feito. Nick diz para Johnny que acha que o filme é atemporal. “A maioria dos filmes modernos tem vida curta, logo ficam desatualizados e esquecidos, baseados em efeitos especiais que se tornam rapidamente ultrapassados, ou mostram inúmeras cenas de conversas telefônicas com aparelhos que se tornam velhos em pouco tempo. Mas que este filme seria apreciado por muitos e muitos anos”. Johnny concorda “ É um tipo ‘Casblanca’, não é ?”

Eles falam das brigas de galo que existem no filme. Foram todas feitas de acordo com as leis de proteção aos animais, mas elas parecem tão reais.”Eles prediam os galos com filamentos invisíveis”, Johnny conta. Os galos hoje vivem muito bem nos jardins da casa de Christie, irmã de Johnny e diretora da Infinitum Nihil.

Também comentam que mais difícil do que as cenas dos galos foram as cenas de LSD, que parecem muito reais. Exceto a cena que envolve uma alucinação com a língua de um dos personagens, nada tem efeitos especiais no filme. Somente pelas palavras e a atuação a sequencia mostra uma real alucinação com LSD.

“O que Johnny faz quando ele se depara com uma fala ruim em um roteiro?”, pergunta Nick. “ Eu mudo. Eu digo: Sabe de uma coisa? Isto não está certo. Eu mudo . Eu a refaço.”, revela Johnny.

Nick discorre ainda sobre outro assunto. Anos atrás Johnny dirigiu seu amigo Brando em “O Bravo”. Ele já falou em editá-lo, mas nunca o fez. “O que você sente em relação a este filme hoje?” “ Estou orgulhoso, sabe?”
Agora que sua produtora está se tornando poderosa no meio artístico ele pensa em lançá-lo? “Não, não. A idéia de lançá-lo… não, não.”

Mudando de assunto, Nick pergunta qual será o próximo projeto de Johnny depois de “Dark Shadows”. “The Lone Ranger and Tonto.” ( agora oficialmente anunciado pela Disney ), responde Johnny.
Johnny também tem planos para fazer a regravação de “The Thin Man”. Ele entraria na pele de William Powell como Nick Charles. “Você poderia fazer William Powell?”, pergunta Nick, “Eu poderia sim. Eu acho.”, diz Johnny. “Acho que você poderia fazê-lo porque você tem aquela tênue linha entre o engraçado e a seriedade.”

A conversa sobre Willam Powell os leva até Keith Richards, que é amigo de Johnny por anos. Nick pergunta se Johnny se vê imitando o seus maneirismos e personalidade com o passar dos anos “Eu o suguei.”, responde Johnny sem hesitar. Nick conta para Johnny que se encontrou com Keith uma vez e ele era só elogios a respeito do seu canto em Sweeney Todd. “Ele nunca me disse isto.”, disse Johnny com um sorriso de satisfação.

“Há algum filme que voce sempre quis fazer, mas nunca foi capaz?”, pergunta Nick, e Johnny “Não.”. “Tonto, Nick Charles” Nick insiste. Johnny faz uma pausa, ergue seu copo de vinho “Há também ‘ In the Hands of Dante’”. “Quando ainda estava na fase inicial, Johnny foi a terceira pessoa a ler o romance. Ele me ligou, ainda era bem cedo onde ele estava na sua casa na França e já era bem tarde da noite onde eu estava em Nova York, ‘ Estou lendo isto. ‘, ele disse ‘ Não é um romance, é uma coisa viva.’ Um ano depois em Paris estávamos fechando o contrato para transformá-lo em um filme. “Te digo uma coisa, my brother, este filme será feito.”, Johnny diz à Nick.

Eles ainda falam de “The Dead Man” o qual Nick considera um dos melhores trabalhos de Johnny e Johnny se diverte ao lembrar Robert Mitchum ensaiando como esconder a maconha dentro das calças.

Mais uma vez eles mudam de assunto e falam sobre “O Libertino”, ou melhor, sobre como Harvey Weinstein “matou” o filme optando por uma distribuição limitada.

Segundo Nick a conversa vai longe e se divide em várias coisas levados pelo vinho e pela noite adentro. “Quando eu conheci Johnny, eu acreditava que ele era parte Cherokee e parte Irlandês. Anos depois através de uma pesquisa genealógica, o sangue francês também aparece. Eu me lembro de Vanessa anunciando “Johnny é francês.”. Depp vem de Dieppe, um Cherokee com sangue francês, que supostamente teria vindo de sua mãe, Betty Sue. Faz sentido.”
“O que você é agora?” pergunta Tosches. Ele não responde por um momento. “Você esta ficando muito sério”, diz Nick.
“Não me incomoda” “Você alguma vez já pensou em você mesmo como alguma coisa?” “Digo, faz mais sentido o Dieppe.” “Há muitos índios americanos com nomes franceses. Há algum que você gostaria de ser?”
“ Índio.”, ele sugere . Mais um gole do vinho tinto maravilhoso. “Se eles me aceitarem.”
Nick pergunta como seus irmãos lidam com o fato de que ele não envelhece fisicamente “ Eles parecem OK.”, diz Johnny simplesmente.

A entrevista termina de um modo bem inusitado e até divertido para nós fãs que ficamos imaginando a situação… 😉

“Esta ficando tarde. Não restam muitas horas antes que Johnny tenha que voltar para o set de filmagem. Até eu estou ficando meio sonolento. Mas o Ritz Club , as mesas de blackjack e mais vinho nos aguardam. Johnny se levanta lentamente,vai jogar um pouco de água fria no rosto e pegar uma gravata. Eu acendo um cigarro, bebo meu vinho e descanso os olhos. Por fim me ocorre que Johnny se foi há algum tempo. Eu me levanto do sofá e chamo por ele. Sem resposta. Procuro por ele.
Ele está em um sono pesado no banheiro, a figura perfeita de salários de exaustão. Eu não quero acordá-lo. Fiquei por momento somente contemplando. Ele tem um lindo ‘chateau’ e um território isolado na França. Ele tem uma propriedade em Los Angeles. Ele tem sua própria ilha idílica. Mas ele tem uma rede?”

*Nota: Cliquem nas fotos e apreciem… 🙂
“” Post editado para retificar o nome do entrevistador.

20 thoughts on ““A verdade sobre os demônios de Johnny” – Vanity Fair (Nov.2011 ).

  1. Thais disse:

    P-E-R-F-E-I-T-O …. Adoreiiiiiii cada detalhe. Johnny sempre Johnny. AMO

  2. CamilaD disse:

    HHAHAHAH! “…Mas ele tem uma rede?” Meu deus! como eu ri com isso! Imagino.. Johnny deitado no chão do banheiro!!! :lol Foi isso mesmo? “Ele esta em sono pesado no banheiro,…”
    Muito bom o post todo, mas esse final vai ficar guardado na memoria! kkkk!
    Só o Johnny mesmo, que modo lindo que ele faz da vida, mesmo sendo rico e famoso, dorme no banheiro!!! 😀

  3. Thais disse:

    kkkkkkkkk…. realmente, imaginam a cena “ele num sono pesado no banheiro”… Johnny Johnny.

  4. Salete disse:

    OHH Muito legal! Estávamos curiosas pra saber como foi essa entrevista. Ainda bem que o cara é amigo dele hein, porque Johnny estava com meias palavras e muito cansado. Foi quela conversa de quem se entende, com pouca coisa.

    Ahhhh!!! Camila…. ele não dormiu no chão do banheiro!!!!!!!!!!!!! Esses banheiros tem poltronas, sofás, tudo lá dentro. 😀

  5. Salete disse:

    Ahhhh, muito legal! Esstávamos ansiosas para saber o conteúdo dessa entrevista. 😀
    Johnny estava com meias palavras, bem cansado mesmo. Ainda bem que o entrevistador rum amigo, poucas palavras se entendiam e eles ficaram à vontade.

    Ahhh! Camila……..Johnny nao dormiu no chão do banheiro!! Esses banheiros tem poltronas e até sofás! 😆

  6. BibiLM63 disse:

    Nossa o Post t mara!!! O Johnny tem um jeito muito fofo e ele esta dando o máximo de si para que esse filme seja uma linda homenagem ao seu amigo Hunter. Estou doida pra ver esse filme 😀

  7. amanda disse:

    OMG!!! Viajei lendo essa reportagem, é como se eu estivesse ouvindo Johnny falar!! É maravilhoso!! 🙂

  8. Laíse disse:

    Todos os comentários acima + incrível!

  9. LUA_RO disse:

    Que entrevista maravilhosa!!
    Fiquei imaginando o Johnny respondendo cada pergunta!! 😛

    Aaainn, que dó dele dormindo no banheiro!!! hahahahaha
    Mas eu confesso que ri muito!! “Ele tem uma rede?”
    hAHahAHahAHa…
    Conversas assim tinha que ser gravadas em vídeo, pois são épicas e devem ficar guardadas para a posterioridade =P

  10. Rosa Maria disse:

    Que entrevista maravilhosa! Estava aguardando esta tradução ansiosamente. Até já havia comentado sobre o cansaço de Johnny. Gente, êle trabalha demais. É uma corrida contra o tempo, como transpareceu na entrevista, mas também uma necessidade para mantê-lo vivo. Fiquei imaginando ele adormecido. Fiquei ouvindo cada resposta, saboreando cada palavra. Bom demais!!! Obrigada Nina, mais uma vez.

  11. karina_aka disse:

    ahahahaha… Ele dormiu no banheiro… que engraçado!
    Adorei a entrevista nina. Valeu por ter traduzido!

  12. marly disse:

    Embalou num sono
    Num sono profundo
    Quem dera estar lá
    E poder este sono embalar
    Ainda que por um segundo.

  13. Lu.moraes disse:

    Nina …perfeito.Amei cada palavra.

  14. Heleusiane disse:

    Ô dozinha gente!!! Queria estar lá pra colocar ele no colo e deixá-lo dormir e paz, com alguns beinjinhos para embalá-lo. rsrs

  15. Pollyana Elias disse:

    kkkkkkk adorei essa entrevista
    também fiquei lendo e imaginando,hilário 😀
    o final então,perfeito,quando o sono aperta não tem jeito,né Johnny kkkkkk

  16. Adriana disse:

    Gente vocês estão de parabéns, amei a entrevista e com certeza foi muito engraçado o Johnny durmindo no banheiro esse Johnny é só comédia, por isso que gosto tanto dele.
    Esse maluquinho 😆 😉

  17. Patrícia disse:

    Ah, o Johnny é mesmo tão encantador.

    Amei a entrevista!

  18. jeeh disse:

    Como foi dito, Johnny estava com meias palavras, e mesmo assim Terry se deu super bem. Fez as perguntas certas, descrições certas, etc.
    Além de ficarem a vontade.
    Foi preciso ler mesmo para confirmar o fato do banheiro. hahaha
    Amei a entrevista. Bem descrita. Passaria mais uma hora lendo e relendo.

    Muito obrigada pela tradução Nina. 🙂

  19. Clara disse:

    Oi,
    obrigada nina!!! 🙂
    Parabéns adorei a tradução!!! Amei a entrevista!!!
    Johnny♥ é muito fofo e tadinho dormiu de cansaço!!! Johnny♥ ama trabalhar, ele adora o ritmo de trabalho dele!!! Para nós isso resulta em muitos trabalhinhos dele, muitos presentes maravilhosos para nós!!! Mas fiquei com peninha do Johnny♥ dormindo no banheiro!!! Vou ajeitá-lo com muito carinho, com travesseiro, coberta, carinhos e ainda tomo conta para que nada o perturbe!!! 😀
    Beijos,
    Clara 😀

  20. caarol_ disse:

    Sem palavras. Vou ler dinovo e ver se sai alguma palavra convicente! 🙄

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