Johnny Depp / John Dillinger

Olá pessoal!

São tantos filmes de Johnny, aos poucos vamos fazendo uma resenha de cada um aqui. Já temos vários, é só procurar no índice ao lado.
Hoje eu trouxe Public Enemies – Inimigos Públicos, um filme de gangster onde Johnny de “cara limpa” e usando como sempre a expressão, se transforma no mais famoso ladrão de bancos da história americana.
Para entrar no “clima”, assista esse vídeo, com muitos closes, imperdível!

Todas aquelas fotos que a gente viu de PE durante um ano criaram vida! Acompanhamos as gravações, choveram imagens em 2008, e depois a gente vê e entende cada uma.

Ele faz tudo: canta, dança, chora, ama, foge, sangra, brinca, rí, ah demais!!!

Antes os bancos eram os inimigos. Hoje estamos aprendendo que eles têm sido os inimigos novamente. Então quando nos deparamos com Dillinger, não é incrível ver que um tipo de perdedor tomou o controle, ainda que fosse em outra época?”
E se Dillinger não tivesse assaltado bancos?
JD – “Acho que ele seria uma espécie de estrela do Rock, de um modo bem diferente. Em 1933, saindo da prisão depois de servir por 10 anos, ele era mais que uma estrela do Punk Rock.

Situado na década de 1930, quando a América estava no auge da Grande Depressão, o script é baseado no livro de Bryan Burrough.
John Dillinger virou assaltante de bancos, símbolo sexual, e fugitivo mundialmente famoso.
Nestes tempos terríveis atuais de crise financeira e dos bancos, o que poderia ser mais atraente do que um filme cheio de ação sobre os bancos recebendo sua punição através de um cara.

O filme claro, é do tipo “para homens” onde em raras exceções, nós mulheres não gostamos muito. Assisto com o dedo no controle pulando cenas. São os assaltos a bancos, tiroteios, perseguições e torturas.

Mas as cenas de assaltos e que tem a presença de Johnny a gente não perde. Uma elegância sem par. Rosto limpo, cabelos curtos, mostrando toda a sua beleza máscula e num personagem sem caricaturas. O figurino, por Colleen Atwood, impecável, com aqueles sobretudos e casacos bem cortados além dos chapéus.

Outros pontos positivos: figurinos (amei os ternos!), cenários (na maioria cinzas, de tons escuros, mostrando muito bem a época da depressão americana)

E há espaço para o romance entre Dillinger e Billie Frechette (Marion Cotillard) que, embalado pelo clássico Bye Bye Blackbird de Billie Holiday, nos faz viajar.
Mas o que eu adorei mesmo, foi o extremo cavalheirismo do Dillinger, tão fofas as coisas que ele fez e fala para a Billie.
Não tem como não se encantar com o filme, mesmo sendo policial e tendo milhões de tiros, cada vez que Dillinger aparece, a gente morre x)

Tecnicamente falando, o longa é impecável. A inteligência com que luzes e sombras são utilizadas e a devida colocação de cada enquadramento é de encher os olhos. Nos delicados momentos entre o casal, feito com muito romantismo, classe, sem apelação sexual mas levando-nos ao que poderia ser. Só não gostei da câmera pulando as vezes, mas…
(Contém spoiler na continuação.)
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O Gangster

Ah a máfia… Antigos bandidos que tinham o dom de conquistar fiéis e explorar diversas artimanhas para adentrar ainda mais no mundo do crime… Bem, não é bem da máfia que vou falar, e sim do “ser” que conseguiu por duas vezes ser o gangster mais lindo, carrancudo e adorado no mundo do cinema, e olha que não é o Marlon Brando hein! rs

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