Livros relacionados ao Johnny

Temos aqui no blog vários post falando em livros que Johnny leu e escritores preferidos por ele. Veja aqui na lateral do blog, no índice “Livros”
Tem também uma série de 4 post que comentam vários livros. Quem quiser dar uma olhada, são estes:
Lendo com Johnny
O gosto pela leitura
O gosto pela leitura – parte 3
Um deles é sobre os livros aos quais deram vida a filmes de Johnny e que certamente ele leu.
Ele foi postado aqui em 2011, vamos revê-lo?

O gosto pela leitura _ Parte 2 Postado em 2011 pela karina.

Continuando nossa fabulosa saga sobre o que a brilhante mente de Johnny vasculha, entraremos agora nos livros que inspiraram (ou possivelmente inspiraram) nosso querido ídolo a criar seus tão brilhantes personagens.


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Johnny e Shane McGowan

Shane McGowan é amigo de Johnny há muitos anos. O músico irlandês, cantor e compositor da banda britânica The Pogues, famoso por estar sempre bêbado e ter os piores dentes de toda a história do rock, é amigo de Johnny desde os anos 90. Apesar de sua figura controversa, ele é reconhecido mundialmente por suas composições, poesia e interpretações históricas. Ele aparece na história de Johnny muitas vezes, seja em vídeos, filmes e composições de trilhas sonoras.

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Shane sempre é citado por Johnny em algum lugar. Em sua “Coleção essencial” (em entrevista para a Entertainment Week em 2009), na parte relativa à música, Johnny cita o álbum “Rum Sodomy & the Lash”, de 1985, do The Pogues, considerado um dos melhores álbuns de punk rock de todos os tempo. Ele diz:”Poesia selvagem, linda, de um dos melhores poetas do século. Um grande testamento de amor, aventura e hedonismo! Shane McGowan é o sonho que se realizou de Brendan Behan*.

Em Agosto de 2013, durante a divulgação do filme The Lone Ranger, Johnny disse ao apresentador Matt Everitt, da BBC, que ele considera Shane MacGowan do The Pogues “um dos poetas mais importantes do século 20″. MacGowan entrou para o elogio específico depois de trabalhar com Depp na trilha sonora do filme.”Shane MacGowan é imprevisível. Ele definitivamente não é chato. Ele é uma espécie de homem magnífico.Ele é um ser especial”.

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The Ginger Man com prefácio de Johnny Depp

The Ginger Man, o clássico de J.P.Donleavy, completou 60 anos! O livro é um dos prediletos de Johnny Depp, que há mais de 15 anos vem tentando transformá-lo em um filme.

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Johnny e J.D.Donleavy em outubro de 2005

Em julho de 2015, a Lilliput Press, livraria de Dublin, Irlanda, detentora dos direitos de publicação, anunciou o lançamento de uma edição de aniversário de luxo da obra prima, com capa dura, material manuscrito inédito, um ensaio bibliográfico ilustrado, fotos inéditas e um prefácio de Johnny Depp!

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Johnny republica livro de Jonathan Shaw

Johnny Depp republica o livro do tattoo artist Jonathan Shaw , “Narcisa: Our Lady of Ashes”, através de sua editora Infinitum Nihil parceira da HarperCollins , em março!
Jonathan postou uma mensagem ao amigo considerado irmão, após ler na mídia um artigo sobre o assunto:

“Só me deparei com isso enquanto surfando as ondas da Internet hoje… Obrigado por compartilhar!!!!

Realmente, eu devo dar maior graças ao meu querido irmão-por-outra-mãe, Johnny Depp, por seu inestimável incentivo e apoio. Desde o primeiro dia que leu a edição original de Narcisa e me falou do seu desejo de republicar o livro pelo seu novo selo com HarperCollins, a centelha de esperança que acendeu em meu coração muitas vezes era a única luz para me guiar através do processo assustador de trazer este trabalho novo, revisado para conclusão.

Ao longo dos anos, ele tem desinteressadamente compartilhado sua casa, o coração e o patronato com um escritor lutando. Johnny é um “modern-day ” Medici, um benfeitor da antiga para o subterrâneo, o oprimido e os despossuídos. Para essas qualidades angelicais, com alma e por sua amizade leal, visão, generosidade, amor e eterna crença em meus humildes esforços, estou eternamente em débito com você. -JS”

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Just came across this while surfing the Internet waves tonight… Thank you for sharing!!

Truly, I must give major thanks to my dear brother-by-another-mother, Johnny Depp, for his invaluable encouragement and support. From the day he first read the original Heartworm US edition of Narcisa and told me of his wish to republish the book under his then-in-the-works imprint with HarperCollins, the spark of hope he lit in my heart was often the only light guiding me through the daunting process of bringing this new, revised work to completion.

Over the years, he has selflessly shared his home, heart and patronage with a struggling writer. Johnny is a modern-day Medici, an old-school benefactor to the underground, the underdog and the dispossessed. For those angelic, soulful qualities, and for his loyal friendship, vision, generosity, love and undying belief in my humble efforts, I am eternally in his debt. – JS

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No prefácio do livro de Jonathan, NARCISA – OUR LADY OF ASHES, Johnny diz:

“Finalmente, depois de vinte anos de bajulação, adulação, debates, e básicas alfinetadas da minha parte, meu velho salafrário irmão, Jonathan Shaw pôs sua caneta no papel, arrastando e fatigando-se de virulentas e violentas alucinações de seu maldito cérebro. Esperei muito por isso. Então, seja quem for você, acredite em mim. Se você não o conhecia antes, agora vai conhecer. Se você não queria conhecer, azar seu. Uma vez que ele entra na sua mente, ele fica. As palavras de Jonathan Shaw, o trabalho, a vida, as vidas, as mortes, os esbravejos, a raiva, a alegria fica entre os melhores da arte moderna. Se Hubert Selby Jr., Charles Bukowski, Ernest Hemingway, Jack Kerouac, William Burroughs, Neil Cassady, Dr. Hunter S.Thompson, O Marquês de Sade, Antonio Carlos Jobim, João Gilberto, Edward Teach, Charley Parker, Iggy Pop, Louis-Ferdinand Celine, R. Crumb, Robert Williams, Joe Coleman, Dashiell Hammett, E.M. Cioran e todos os Três Patetas tivessem se envolvido em uma oleosa, vergonhosa, maldosa orgia de puteiro, Jonathan Shawn seria, certamente, sua diabólica, reprovada criação.”

Jonathan é autor de 3 livros e podemos encontrar vários trechos deles em seu blog e página no facebook.

NARCISA – OUR LADY OF ASHES,
SCAB VENDOR: Confessions of a Tattoo Artist, e
LOVE SONGS TO THE DEAD.

Nenhum deles está publicado em português ainda. Mas estão a caminho. NARCISA – OUR LADY OF ASHES foi publicado em 2008 nos EUA, e foi um grande sucesso. O livro foi revisado e ampliado por Jonathan, além de uma sequência. A versão em português está sendo trabalhada.

Saiba mais sobre Jonathan Shaw e seu livro AQUI e AQUI
Curta e siga a página no Facebook —> Jonathan Shaw Works

Um funeral mais que especial – JD e The Ginger Man

Johnny Depp possui um fino senso de humor, sutil, elegante e muito peculiar.

Suas respostas e observações emitidas por ocasião de entrevistas, carregadas de ironia e sinceridade desconcertantes, muitas vezes são mal interpretadas ou utilizadas de forma desvirtuada por certo tipo de imprensa ou redes sociais.

Em novembro de 2011, em entrevista à revista alemã TV Movie, divulgando o filme The Rum Diary, Johnny comentou sobre o funeral do amigo Hunter Thompson, que ele patrocinou em agosto de 2005, e como desejaria que fosse seu próprio funeral, disse:

“Talvez eu pudesse ir em um barril de uísque e todos poderiam tomar um gole… Hunter sempre sonhou com uma maneira especial para ir. Ele queria ser disparado de um canhão construído pelo próprio esforço. Brilhante! Então eu construí um enorme canhão depois de sua morte em 2005, e disparei suas cinzas para o céu”.

Isto bastou para que volta e meia alguma página do Facebook ou outras mídias, coloquem a frase em discussão, como se houvesse necessidade de aprovação ou não, seguida de inúmeros comentários grotescos sobre alcoolismo.

Como estas pessoas desconhecem a instrução ampla e variada de Johnny, e seu amor pelos livros, não sabem que esta frase remete a um de seus livros preferidos, The Ginger Man – de J.P.Donleavy, publicado no Brasil com o título “Um Safado em Dublin”, pela L&PM Pocket.

Ver Coleção Essencial de Johnny Depp aqui

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No livro, em sua página final, o personagem Sebastian Dangerfield diz:

“Quando eu morrer quero me decompor num barril de vinho do Porto e fazer com que depois seja servido em todos os bares de Dublin. Gostaria de saber se descobririam que era eu”.

Ao discorrer sobre sua coleção essencial, Johnny disse a respeito deste livro:

“As aventuras de um incorrigível Sebastian Dangerfield. Rebelde, voluntarioso e totalmente desonesto. Esta lírica, cômica maravilha foi me apresentada por Hunter. Todo homem deveria ler esse livro e gastar pelo menos uma noite de sua vida representando sem remorso este horror de um indivíduo!”.

E Johnny é tão apaixonado por este livro, que há 16 anos ele vem tentando trazê-lo para a vida, como gosta de dizer, ou seja, adaptá-lo e transformá-lo em um filme. O processo, entre idas e vindas, teve início em 1998, quando ele foi a Dublin negociar um roteiro com Donleavy, num projeto que envolvia o músico Shane Macgowan, porém sem sucesso. Em 2005, houve relatos de novas discussões e Johnny chegou a encontrar-se com Donleavy nas comemorações dos 50 anos de lançamento do livro.

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Em 2006, as coisas voltaram a tomar forma, com Johnny escolhendo o diretor Laurence Dunmore (The Libertine) para a empreitada.

Com o sucesso de Piratas do Caribe e os inúmeros compromissos, o projeto perdeu força, porém, no verão de 2008 Johnny retornou à Irlanda e em 2009 Donleavy declarou estar com esperanças de que tudo desse certo e em 2011, Johnny disse à Fox News que ainda tinha toda a intenção de fazer este projeto, que este era um sonho que gostaria de realizar antes de sua aposentadoria.

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Finalmente, em 03 de novembro de 2013, quando estava filmando Mortdecai em Londres, Johnny voltou à Irlanda e se encontrou novamente com J.P.Donleavy. Desta vez o encontro ocorreu em um almoço no “Weirs Bar and Restaurant”, em Multyfarnhan, um autêntico Pub Irlandês.

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Johnny e a família dos proprietários do Weirs Bar and Restaurant

Isto apenas vem confirmar que o projeto continua vivo, e que talvez em breve tenhamos a oportunidade de finalmente ver este personagem ganhar vida nas telas.

Donleavy, que nasceu em Nova York no ano de 1926, mudou-se para a Irlanda depois da II Guerra Mundial e até hoje mora em uma fazenda em Levington Park, há 50 milhas de Dublin, onde continua escrevendo sempre a mão. The Ginger Man chegou a ser censurado-e banido nos EUA e na Irlanda – por ser considerado obsceno, mas hoje está na lista das 100 melhores novelas da Modern Library. O personagem principal de Donleavy, o fascinante canalha Sebastian Dangerfield, foi inspirado em um amigo americano do escritor: Gainor Stephen Crist.

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The Ginger Man é o romance picaresco que faz todos pararem. Vigoroso, violento, loucamente divertido, ele é a malemolência da malandragem, uma clamorosa canção cômica sobre sexo. Um crítico na Inglaterra – onde o livro teve um sucesso surpreendente – o chamou de “uma contribuição inequívoca para o tema dos “jovens homens furiosos”“. (Dorothy Parker- em 1958 para a Revista Esquire).

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Como costumamos dizer, todas as palavras e comentários de Johnny Depp têm um sentido, uma ligação, uma motivação muito além das simples palavras.
Rosa Maria.

Livros relacionados aos filmes de Johnny

Temos aqui no blog vários post falando em livros que Johnny leu e escritores preferidos por ele. Veja aqui na lateraldo blog, no tópico “Literatura relacionada”
Tem também uma série de 4 post que comentam vários livros. Quem quiser dar uma olhada, são estes:
Lendo com Johnny
O gosto pela leitura
O gosto pela leitura – parte 3
Um deles é sobre os livros aos quais deram vida a filmes de Johnny e que certamente ele leu.
Ele foi postado aqui em 2011, vamos revê-lo?
O gosto pela leitura _ Parte 2

Continuando nossa fabulosa saga sobre o que a brilhante mente de Johnny vasculha, entraremos agora nos livros que inspiraram (ou possivelmente inspiraram) nosso querido ídolo a criar seus tão brilhantes personagens.

Don Juan DeMarco – Para quem “ainda” não saiba Don Juan DeMarco NÃO existiu de verdade. O nome DeMarco foi introduzido ao cinema para o personagem do Johnny, onde na verdade o lendário libertino chamava-se apenas Don Juan e sua história não era tão romântica quanto o filme mostra. Ele foi um sedutor barato que, segundo vários livros, dizem que ele desceu ao inferno.

Livros: Todos com algumas discrepâncias sobre o encantador e ordinário sedutor da corte espanhola, mas, possíveis títulos lidos por Johnny.

* Don Juan Tenório – José Zorilla

* La gitanilla (A ciganinha) – Miguel de Cervantes

*Don Juan – Lord Byron

Curiosidade: Byron escreveu uma versão épica para Don Juan, que é considerada sua obra-prima. Entretanto, esta obra restou inacabada, com sua morte, mas retrata um Don Juan vitimado por uma educação católica repressiva, sendo fruto inocente desta visão distorcida. Neste poema, Don Juan é iniciado no verdadeiro amor pela bela filha de um pirata, que o vende depois como escravo para a esposa de um sultão, a fim de satisfazer-lhe os desejos carnais. O Don Juan de Byron é menos sedutor e mais uma vítima dos desejos femininos e de seus infortúnios.

Donnie Brasco – Joe Pistone foi um agente do FBI que foi infiltrado na máfia para desvendar terríveis assassinatos e crimes. Sua vida foi um tanto extrema e perigosa. Johnny deu vida a esse lendário “espião” que nada ganhou após acabar seu trabalho.

Livros: Todos contanto estórias sobre trabalhos executados por Joe Pistone e possivelmente lidos por Johnny.

* Donnie Brasco: Unfinished Business – Joe Pistone

* The Good Guys – Bill Bonanno, Joe Pistone e David Fisher

* Snake Eyes – Joe Pistone

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Uma lenda: duas histórias

Oi gente, já faz um tempinho que não postamos considerações sobre filmes. Então vamos lá….
Desta vez a Lia integrante do nosso fórum fez uma comparação entre o filme “Sleepy Hollow: A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça” de Tim Burton com o conto de Washington Irving original publicado em 1819. São considerações bem interessantes e sensíveis que explicam como Tim chegou até a sua visão do filme.
Obrigada Lia, sua contribuição para o nosso Blog é super valiosa.

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Uma lenda: duas histórias

Sleepy Hollow (Vale do Sono) foi escrito em 1819 por Washington Irving. O conto conhecido no Brasil como A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça ganhou sua mais famosa adaptação cinematográfica em 1999 com a produção de Tim Burton.
No filme Burton e Depp não só recontam a história, mas a reescrevem, criando um passado sombrio e uma personalidade diferente para o covarde professor Ichabod Crane, apresentado por Irving.
Na trama de Burton, Crane é um investigador de Nova Iorque que vai ao vilarejo de mesmo nome do conto para investigar supostos acontecimentos sobrenaturais e se empenha para provar que são apenas armações até ter seu encontro com o sombrio cavaleiro.

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“Gimme Shelter” – Celebridades e seus animais de estimação

Suzanne Allison é uma profissional que fotografa Johnny ha muitos anos. Tanto em shows como em sessões de fotos, conhece-o desde jovem.
É esposa de Bruce Witkin, grande amigo de Johnny desde o tempo do The Kids. Temos um carinho muito especial por ele também, que está sempre ao lado de Johnny nas gravações de músicas, e em eventos relacionados à música e canto nos filmes.

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Ela capta lindas imagens, em ângulos diferentes dos usuais, de costas, perfil e usa muito as sombras e silhuetas. Clique nas imagens para ampliar.

Nesta foto Johnny estava concentrado aguardando sua entrada no Golden Gods Awards (11/04/2012)para tocar com Marilyn Manson.
Fantástica foto.
Ela retrata momentos de reflexão, de concentração, de observação.

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Suzanne está publicando um livro de fotos.
“Gimme Shelter”, cheio de belas fotos de celebridades e seus animais de estimação. Criado em um esforço para aumentar a conscientização e salvar a vida de animais abandonados. “Gimme Shelter” não só contém belas fotos de celebridades e seus animais de estimação, mas também contará com amigos, familiares, vizinhos e pessoas que compartilharam a experiência de amar um animal de estimação!

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Neste livro, Johnny escreveu o prefácio, e contribuiu posando para fotos com seus animais adotados.
Outros artistas como Alice Cooper, Marilyn Manson, Joe Perry, Steven Tyler e tantos outros estão ligados ao projeto.

Pedimos a todos que colaborem, curtindo a página no Facebook e twitter @gimmeeshelter.
Participe das promoções (elas fazem sorteios de fotos e outros brindes, e alguns incríveis leilões como, por exemplo, uma guitarra autografada pelos artistas citados acima).

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Para adquirir o livro clique aqui.

Não tem edição no Brasil, então fica um pouco difícil para algumas pessoas, mas pode ser adquirido mesmo assim.
O fato de fazermos a divulgação, já estariamos colaborando com a ideia e estendendo até as pessoas que possam colaborar.
Além disso, a mensagem está sendo divulgada, e incentivar a adoção de animais, e esvaziar os abrigos é uma boa conduta para quaisquer país. Vamos divulgar esta ideia.

Em seu site, Suzanne Allison conta que teve uma câmera em suas mãos desde que ela tinha 13 anos de idade. Seu excelente trabalho em fotografia fala por si, mas o seu verdadeiro dom é capturar momentos tocantes com as pessoas e seus animais de estimação.
Suzanne acredita que essas belas criaturas são as verdadeiras estrelas de “Gimme Shelter”. A maior realização que podemos alcançar com este livro vai abrir os olhos dos povos com os números esmagadores de animais que são abandonados e como é possível reduzir significativamente o número de cães e gatos em abrigos.
Pede para que eduque seus filhos e ensine-os que os animais não são brinquedos. Eles devem ser tratados com carinho com respeito e amor…
Dar amor, receber amor… Muito simples.

gimmeshelterbook.com.

Gimme Shelter/Facebook

Foto da Semana

Ultima “Foto da Semana” do ano de 2012!
Este ano foi marcado por guitarras e livros, então aqui estão duas fotos que representam bem este ano!


Comprando livros para dar de presentes de fim de ano na livraria Mystery Pier Books

O evento de caridade anual de Alice Cooper “Christmas Pudding”

Coleção essencial, por Johnny Depp

Coleção essencial, por JD para EW – Dez/2009

Johnny Depp numa entrevista concedida à revista Entertainment Weekly em 2009 citou e comentou cada ítem do que seria uma coleção essencial para ele, no que se refere à música, cinema e literatura. Um verdadeiro tesouro.
Na época, parte dessas informações não eram conhecidas, e quando surgiu esta lista foi uma verdadeira correria no Depplovers em busca de vídeos, informações, e realmente conhecer esta lista sensacional, eclética, com ítens antigos e contemporâneos, permitiu que a partir dali pudéssemos falar de todos os gostos do Johnny com certeza mesmo.

Talvez a meninada daqui que vá pesquisar sobre esses autores, filmes ou músicos, estranhe ou desconheça alguns, pois não são de seu tempo, mas eles marcaram épocas, são clássicos, eternos e talvez para que possam melhor compreender, seria necessário conhecer ou ter vivenciado muitas questões das décadas passadas nos EUA e no mundo.

Em sua lista constam os eternos Keith Richards, Serge Gainsbourgh, Tom Waits, Patti Smith, The Pogues e, claro Rolling Stones, Bob Dylan, dispensam comentários. São simplesmente o máximo. E tem a Vanessa com sua voz doce.
Eu gosto dessa “velha escola” esse som característico dessas guitarras, vocais inconfundíveis.
E na época eu não conhecia Augie March e Babybird. E ainda Bat for Lashes, que eu conheci através desta lista e não parei mais de ouvir.
Bat for Lashes é o nome artístico da cantora e compositora inglesa Natasha Khan.
Fui atrás de Babybird e adoro ouvir “You’re gorgeous” entre outras.
Augie March, tem “One Crowded Hour”, minha favorita.

Bem, confiram a lista, traduzida pela Livian Ezaledo em 2009 para o site do DL.

Adicionei alguns vídeos e imagens para ilustrar.Read More

Sombras da Noite – A vingança de Angelique

Oi gente. O post de hoje é sobre mais um livro. Desta vez, como eu não tive tempo de ler ( está na fila…rs ) pedi a colaboração da Rosa Maria nossa doutora participante do fórum e nas horas vagas “parceira de Premiere”….rs.
Sob a hipnose de Barnabas Collins, ela leu um romance de quase 600 páginas, “Sombras da Noite – A vingança de Angelique” e fez uma resenha bem legal.
Obrigada , Rosa pela dedicação e carinho.

Sombras da Noite – A vingança de Angelique
Autora- Lara Parker
Editora- geração Editorial

Barnabas Collins, um vampiro do século XVIII, acorda nos anos 70, em plena ebulição do sexo,drogas e rock n’ roll, após permanecer 200 anos acorrentado e enterrado.Além de se adaptar aos novos tempos, reconstruir sua vida e reconquistar sua família, precisa sobreviver a perseguição de uma bruxa linda e apaixonada, mas cheia de desejo de vingança, sua antiga amada, Angelique.

Em maio deste ano tivemos a oportunidade de conhecer esta história, com a estreia do filme Dark Shadows – Sombras da Noite, dirigido por Tim Burton, e estrelado por Johnny Depp, Eva Green, Michelle Pfeiffer e Helena Bonhan Carter, entre outros.Baseado na série de TV Cult, Dark Shadows, que foi apaixonadamente acompanhada pela população dos Estados Unidos no período de 1966 a 1971 (inclusive por Tim, Michele e Johnny), o filme deu vida a personagens inesquecíveis, como Barnabas , Angelique e Josette.Read More

On the Road – parte 2

Esta é a segunda parte do post anterior sobre o livro On the Road, Jack Kerouac e a Geração Beat, gentilmente escrito pela Ro, do fórum DL, a nosso convite. Então, como Johnny Depp, vamos colocar o pé na estrada e conhecer um pouco mais sobre este movimento literário americano.

O AUTOR Jack Kerouac

Há tanto o que se dizer sobre o autor e a “Geração Beat” que não terei a pretensão sequer de tentar sintetizar.

Aqui somente algumas noções para nortear a obra abordada.

Jean-Louis Lebris de Kerouac, nascido em 12 de março de 1922 e falecido em 21 de outubro de 1969, mais conhecido por Jack Kerouac, era norte-americano, de origem franco-canadense.

“… a busca por uma nova forma de dizer as coisas foi incansavelmente perseguida, de maneira metódica e consciente por Jack Kerouac mais do que qualquer outro escritor beat, através de seu experimentalismo literário. Ele rejeitava a literatura mais intelectual vigente,(…) Seu método de criação tinha muito em comum com a maneira de W. B. Yeats escrever sob transe, de Charlie Parker improvisar no seu sax, e de Jackson Pollock executar sua pintura de ação.” (Caderno Cultural)

Allen Ginsberg sobre Kerouac:

“Eu não conheço outro escritor que teve influência tão produtiva quanto Kerouac, que abriu o coração como escritor para contar o máximo dos segredos da sua própria mente”.

   

A GERAÇÃO BEAT


Hal Chase, Jack Kerouac, Allen Ginsberg e William Burroughs. Columbia University, NYC – 1944

Foi em San Francisco, no dia 7 de outubro de 1955, que aconteceu o evento que identificaria o movimento beat, quando um grupo de poetas desconhecidos resolveu desafiar o que era convencional e fizeram um recital gratuito, desafiando uma época de repressão moralista, de guerra fria e caça aos comunistas. Em meio a tantos, Allen Ginsberg, aos vinte e nove anos, recitou neste dia, pela primeira vez em público, aquele que é considerado até hoje, o poema mais famoso e representativo de toda contracultura beat, “Howl for Carl Solomon” (Uivo). Read More

On the Road

On The Road – Pé na estrada – Jack Kerouac

“Um dia ele (irmão de Johnny) me deu um livro que se tornaria como um Corão para mim. Uma brochura com orelhas, surrada e manchada com Deus sabe o que. “On the Road”, escrito por algum imbecil com um nome estranho de sapo que era quase impronunciável para a minha língua na adolescência, que tinha encontrado seu caminho a partir da prateleira do meu irmão mais velho até as minhas gananciosas garrinhas. (…)
“On the Road” foi uma mudança de vida para mim.”
“Já O “Uivo” de Ginsberg me deixou balbuciando como um idiota, surpreendeu-me que alguém poderia regurgitar tal honestidade para o papel”.Johnny Depp

Sobre “Uivo”, ja temos aqui um belo post em páginas anteriores, assim como outros escritores e obras marcantes na vida de Depp.
Ha tempos estou atrás de On the road, e só consegui o livro ha pouco tempo. Poderia escrever este post sobre ele, mas não tão bem quanto alguém que já leu várias vezes e como ela mesma diz, é uma leitura que não termina quando o livro acaba. E ela foi além… e além assim como Johnny fez.

Então, tive a feliz idéia de convidar a “Ro” do fórum DL para escrever este post e claro eu não poderia esperar menos. Mesmo “enxugando” ficou tão grande, que sugeri fizéssemos em duas partes.

Hoje apresentamos a primeira parte que fala sobre o livro e daqui a dois dias publicaremos a segunda parte (imperdível) sobre Jack Kerouac e a Geração Beat.
O momento é apropriado considerando que foi lançado o filme recentemente dirigido pelo brasileiro Walter Salles.

Ro:
Com o objetivo de entender porque este livro havia encantado a Johnny Depp, iniciei a leitura sem sequer ler o epílogo (prefiro ser surpreendida), esperando uma sedutora aventura de jovens mochileiros pedindo carona pelas estradas desérticas dos Estados Unidos, com relatos até ingênuos de uma época remota, onde os riscos e perigos da estrada pareciam não existir e cujo encanto terminou no final dos anos 70.

O que encontrei foi um momento efervescente, com mentes que não sossegavam, em uma viagem cuja trajetória foi descrita em prosa irreverente, fluida e livre, como eu não poderia imaginar para a época em que foi produzida.

Com a certeza que deveria ter lido há pelo menos 30 anos, voltei ao epílogo e depois fui buscar informações sobre o autor Jack Kerouac e sua geração inquieta, a Geração Beat.Read More

Johnny e Ginsberg


A gente gosta de saber o que o Johnny faz, onde ele está, com quem ele está e etc. Tarefa difícil para nós blogueiras já que ele mantém sua vida privada o mais longe possível da imprensa.Em alguns posts já contamos quem são alguns de seus amigos como Keith Richards ou Tim Burton. Mas tem muito mais gente, Johnny é um ímã magnético de pessoas, atrai todos os tipos sem restrições.

Em algumas entrevistas, Johnny disse que se sente atraído por pessoas fora do comum, ou melhor dizendo, fora dos padrões impostos pela sociedade. Esta atração fez com que, ao longo de sua vida, encontrasse pessoas inusitadas as quais teve uma conexão imediata e, a partir daí uma forte amizade se estabelecia. Algumas destas pessoas como Marlon Brando, Hunter S. Thompson e Allen Ginsberg entre outros tiveram uma passagem muito breve tanto no mundo como na vida de Johnny. Eles causaram um forte impacto na cultura mundial e com certeza também na vida de Johnny.

Hoje vou trazer um vídeo e sua transcrição. A qualidade não está excelente, o vídeo foi retirado de circulação por pelo jornal que o publicou, mas eu consegui salva-lo antes disto 😉 e como não sou a maga dos vídeos, não consegui colocar legendas…desculpem 🙁 .
Neste vídeo Johnny fala sobre Allen Ginsberg e o que ele representou em sua vida. Vale à pena tirar um tempinho, assistir – apesar dos quase 11 minutos de duração- e ver como Johnny se emociona ao falar do amigo.

Mas antes, vocês sabem quem foi Allen Ginsberg? Aqui está um resuminho sobre este poeta americano.
Allen Ginsberg (1926-1997) foi um escritor – poeta da famosa geração beat. Ficou conhecido por sua fama de louco, obcecado por drogas, sexo e literatura, assim como seus amigos literários , entre eles Jack Kerouac. Seu livro mais famoso “Howl” ( Uivo- 1956 ) foi o livro de poesia mais vendido na história da literatura americana. Foi figura importante nos protestos contra a Guerra do Vietnã. Tinha muitos admiradores famosos com Jim Morrison, a banda de punk-rock The Clash, Ian Astbury da banda The Cult e outros mais.

Neste vídeo Johnny conta como conheceu Allen e como ele lhe disse que estava morrendo. Um vídeo comovente de amigo para amigo.Read More