EW  ·  Livros  ·  Miscelanea

Coleção essencial, por Johnny Depp

Coleção essencial, por JD para EW – Dez/2009

Johnny Depp numa entrevista concedida à revista Entertainment Weekly em 2009 citou e comentou cada ítem do que seria uma coleção essencial para ele, no que se refere à música, cinema e literatura. Um verdadeiro tesouro.
Na época, parte dessas informações não eram conhecidas, e quando surgiu esta lista foi uma verdadeira correria no Depplovers em busca de vídeos, informações, e realmente conhecer esta lista sensacional, eclética, com ítens antigos e contemporâneos, permitiu que a partir dali pudéssemos falar de todos os gostos do Johnny com certeza mesmo.

Talvez a meninada daqui que vá pesquisar sobre esses autores, filmes ou músicos, estranhe ou desconheça alguns, pois não são de seu tempo, mas eles marcaram épocas, são clássicos, eternos e talvez para que possam melhor compreender, seria necessário conhecer ou ter vivenciado muitas questões das décadas passadas nos EUA e no mundo.

Em sua lista constam os eternos Keith Richards, Serge Gainsbourgh, Tom Waits, Patti Smith, The Pogues e, claro Rolling Stones, Bob Dylan, dispensam comentários. São simplesmente o máximo. E tem a Vanessa com sua voz doce.
Eu gosto dessa “velha escola” esse som característico dessas guitarras, vocais inconfundíveis.
E na época eu não conhecia Augie March e Babybird. E ainda Bat for Lashes, que eu conheci através desta lista e não parei mais de ouvir.
Bat for Lashes é o nome artístico da cantora e compositora inglesa Natasha Khan.
Fui atrás de Babybird e adoro ouvir “You’re gorgeous” entre outras.
Augie March, tem “One Crowded Hour”, minha favorita.

Bem, confiram a lista, traduzida pela Livian Ezaledo em 2009 para o site do DL.

Adicionei alguns vídeos e imagens para ilustrar.

Coleção essencial, por Johnny Depp

Filmes
Down by Law (dir. Jim Jarmusch)
Uma doce, engraçada, existencialista travessura de crime que apenas Jim Jarmusch podia conceber. Coisas superlativas. Um dos meu favoritos de todos os tempos.

Ed Wood (dir. Tim Burton)
Apesar do meu envolvimento, esse filme é uma frágil jóia cômica. Um elenco incrível pra trabalhar como Martin Landau, Bill Murray, etc., mas, claro que com Tim, ali existe quase uma sensibilidade fraternal, que fez de toda experiência uma alegria. Ultimamente, sinto, que com a liberdade artística que tivemos, Tim Burton produziu um clássico Americano. Uma carta de amor à um cineasta que não recebia muitas.

To Have and Have Not (dir. Howard Hawks)
Um casamento de três das minhas coisas favoritas: Bogart, filmed a década de 40, e Hemingway. Não acho como você conseguiria superar isso. Não é justo para com ninguém mais! Ah sim… e Lauren Bacall como a garota dos sonhos de qualquer homem com um pulso, então alguns.

Time of the Gypsies and Underground (dir. Emir Kusturica)
Emir é um gênio. Essa é uma poesia visual, com uma dose saudável de mágica e absurdo. Um daqueles últimos grandes cineastas, junto com Tim Burton e Jim Jarmusch, deixando a arte viva no cinema.

Withnail and I (dir. Bruce Robinson)
“Esfregões!” “Vamos, rapazes, vamos chegar em casa, o céu está começando a escurecer e seremos forçados a campo!” “Eu tenho um bastardo por trás do olhos.” Posso continuar? Nenhum outro filme tem suas falas tão citadas ou tem inspirado uma fidelidade na cultura Cult. Provavelmente o mais engraçado que eu já vi! Bruce Robinson. Aqui está outro gênio. Literalmente um dos meus três filmes favoritos de todos os tempos.

Música

Tom Waits, Rain Dogs
O diabo não tem as melhores melodias. Tom Waits tem. É quase impossível escolher apenas uma gravação dele. Durante os anos, a qualidade das músicas de Wait nunca vacilou. Suas marcas de alto-mar não incontáveis. Esse é meramente um dentre muitos. Para os amantes da lua e cães de ferro-velho de toda parte.

Chuck E. Weiss, Old Souls & Wolf Tickets
Uma verdadeira jóia. Juntando doce, engraçado e lindo. Assim como o próprio. Genial!

Bob Dylan, Blood on the Tracks
A pílula amarga. Venenoso, e ainda de alguma forma catártica. Aquela frase de “You’’re a Big Girl Now” – “With a pain that stops and starts/Like a corkscrew to my heart/Ever since we’ve been apart” – me mata cada vez. De partir o coração. O homem Dylan é incapaz de um momento ruim.

Babybird, Ex-Maniac
Esse vai ser lançado ano que vem. [O vocalista Stephen Jones] é um tesouro nacional, se você é Inglês. Para todos os outros, ele é um diamante esperando por ser achado. Poeticamente, ele é sombrio como a noite, brilhante e afiado como uma navalha.

(Este clip foi dirigido por Johnny, posteriormente faremos um post sobre isto.)

Augie March, Watch Me Disappear
Raro e eterno, Augie March vive na meia-luz do dia. Esbarrando nessa banda, achei o seu jogo de palavras deslumbrante e sublime, mercurial, misturas verdadeiramente labirínticas, maravilhas de se ver!

Vanessa Paradis, Bliss and Divinidylle
Agora, alguns podem me acusar de ser muito clichê, e é claro que não pode ser negado, assim como o gênio pop suavizado dessas duas coleções superiores de melodias gaulesas clássicas! A trilha sonora de nossa vida e família.

Bat for Lashes, Two Suns
Essa garota tem algo especial. Celestial, sobrenatural. Sem esforço, único e distinto. Encantador! Pode ser tocado repetidas vezes e nunca parece o mesmo.

The Pogues, Rum Sodomy & the Lash
Poesia selvagem, linda de um dos melhores poetas do século. Um grande testamento de amor, aventura e hedonismo! Shane MacGowan é o sonho que se realizou de Brendan Behan.

Keith Richards, Unknown Dreams
Gravado em Toronto enquanto Keith sofria uma sentença por portar drogas, carregando um potencial de vida dentro [ele tinha permissão], essas oito gravações podiam fazer um homem adulto chorar. Desarmado, frágil, do fundo da alma. O som de um homem no pico, olhando para fora.

Serge Gainsbourg, Histoire de Melody Nelson
Tão além de seu tempo. Tão legal. Gainsbourg entrega sua obra-prima aqui, e uma que, para mim, traz muitas lembranças felizes. Tanto assim, que em parte, o nome da minha filha foi inspirado após sua tour impecável.

The Rolling Stones, Tattoo You and Sticky Fingers
Quase impossível escolher um, ainda mais difícil escolher apenas 2, sendo eles todos gloriosos, mas esses trabalhos tem com êxito sido a trilha sonora de muitas noites fora, sair badalando pela cidade, em outra vida.

Patti Smith, Horses, Easter, and Radio Ethiopia
Para ser honesto, eu poderia escolher qualquer gravação de Patti Smith. Elas são cada uma um presente dos deuses. Junto com Dylan, Waits e Richards, ela é uma das grandes sobreviventes da música, e uma verdadeira lenda em cada sentido da palavra. Assim como para um poeta é importante o respirar ser desenhado.

Livros

The People’s Act of Love by James Meek
Um épico sombrio, terrível, sedutora jornada definida em meio à tundra gelada da Rússia em tempos de guerra. Uma prosa deliciosa. Uma vez que suas garras sujas rompem a pele, aquele aperto gelado da morte não te deixará ir tão cedo. Inesquecível.

In the Hand of Dante by Nick Tosches
Uma obra-prima moderna. Muito superior a quase tudo publicado nos últimos 50 anos. Não vou me incomodar em tentar descrevê-lo. Basta ir buscá-la.

The Wilderness Warrior: Theodore Roosevelt and The Crusade for America by Douglas Brinkley
Um fascinante, imenso livro a respeito do intenso amor de Teddy Roosevelt pela natureza e como, durante sua presidência, ele essencialmente tornou-se um dos primeiros eco-guerreiros.

The Ginger Man by J.P.
As aventuras de um incorrigível Sebastian Dangerfield. Rebelde, voluntarioso, e totalmente desonesto. Esta lírica, cômica maravilha foi me apresentada por Hunter. Todo homem deveria ler esse livro e gastar pelo menos uma noite de sua vida representando sem remorso este horror de um indivíduo!

Fierce Invalids Home From Hot Climates by Tom Robbins
Um conto chocantemente ótimo, que apenas Tom Robbins pode dar. Apenas alguns poucos escritores me fizeram rir em voz alta – Robbins faz isso facilmente.

On the Road and Big Sur by Jack Kerouac

Não há nada que eu realmente possa dizer que não tenha sido dito antes, ou mesmo adicionar que já não foi adicionado. Salvo para falar, esses livros são tão importantes para mim quanto tem sido para muitos. Duas obras histórias essenciais que nunca vão descansar felizes em casa em cima de uma prateleira empoeirada.

The Master and Margarita by Mikhail Bulgakov
Esse sombrio, absurdo, e subversivo tesouro permaneceu escondido por vários anos, mesmo após a morte de Bulgakov, tanto era o medo de represália por tal pontualidade, autentica apunhalada na vida debaixo da tirânica malevolência de Uncle Joe e o clima soviético minguante da época.

A Season in Hell and The Illuminations by Arthur Rimbaud and The Flowers of Evil by Charles Baudelaire
Possivelmente um dos mais divinos textos na história do mundo. Ao longo da minha vida, um dos mais confiáveis companheiros de bolso que não poderia imaginar.

The Rum Diary and Fear and Loathing in Las Vegas by Hunter S. Thompson
Dois dos meus preferidos, ambos de autoria, claro, de um querido amigo. O primeiro, um hábil, selvagem romance bastardo. O Segundo, simplesmente memorável. Definição de gênio.

Eu poderia continuar e continuar… alguma outra hora, talvez.
Johnny Depp.

Esta lista me levou por muito caminhos, muitas pesquisas e encontrei muitas respostas. Vários caquinhos que fui guardando na memória pela minha vida não tão jovem, e Johnny simplesmente colou tudo. Juntou. E muita coisa fez sentido.
Espero que também seja útil a voces, talvez mais tarde para alguns, talvez já, para outros.

Até mais,
Salete.

23 thoughts on “Coleção essencial, por Johnny Depp

  1. Rosa Maria disse:

    Obrigada Salete! Isto é por demais precioso! Nessas indicações sensíveis, repletas de qualidade e experiência de vida, podemos vislumbrar uma alma de poeta. Um roteiro por demais valioso, brilhante!

  2. Adriana disse:

    Verdade,Sa. Esta lista une o velho e o novo, o classico e o moderno. É uma visão muito ampla e peculiar , nos faz revisitar os sótãos da memória para resgatar alguns idolos que estavam escondidos ou até esquecidos e também nos faz buscar coisas novas, artistas que nao são tão populares para nós.
    Muito bem lembrado. Gostei!

  3. Barbie disse:

    Adorei este post 🙂

  4. Ana disse:

    Este post é um tesouro!
    Voltarei a consultá-lo muitas e muitas vezes!

  5. Andréa disse:

    adorei 🙂 ,eu queria agradece a Adriana por indicar o FNAC ja comprei agora vou ler :mrgreen:

  6. Lu.Moraes disse:

    Esse post ficou um tesouro.A mais profunda discrição da essência de Johnny.Homem culto e de muito bom gosto.
    Salete,obrigada.

  7. Elisa disse:

    Bom… confesso que sempre torci o nariz pra alguns gostos do Johnny. Essa atração dele por tudo que é doido, ácido e sombrio… Não leria a maioria desses livros, embora é claro, eu não esteja aqui pondo em dúvida a qualidade deles.

    No cinema ele citou algumas coisas que eu tb gosto. Amo o filme Ed Wood e é bom qdo o Johnny cita algo feito por ele, é raro tb. Vi uma entrevista onde ele diz que seu personagem preferido é Edward e em seguida Ed Wood! Então não me surpreende este filme estar na lista dele, embora seja clichê ele citar Tim Burton.

    E falando em clichês, prefiro ignorar os da música (sim, clichês, no plural pq o Johnny q me desculpe mas Patti Smith tb soa clichê pra camramba) pq eu não curto Patti Smith e menos ainda Vanessa Paradis (claro que ele ia dar uma forcinha pra amigona e tb pra sua então companheira e mãe de seus filhos – e nesse caso até ele admitou que soava clichê! rsrs).

    Discordando de novo dele… simplesmente DETESTO a voz do Bob Dylan, entretanto reconheço seu talento e principalmente seu dom com as palavras. Ele é um ícone damúsica americana, não nego. Mas não consigo ouví-lo! rsrsrsrs

    Rolling Stones eu curto algumas músicas sim. Mas sempre preferi Beatles. Baby Bird conheço pouco e o mais teria que pesquisar pra poder falar (não opino sobre aquilo que desconheço).

    Resumindo: AMO o Johnny e sei que ele quase sempre tem mtooooo bom gosto. Apenas algumas das coisas que ele curte, não são a minha cara e não vou passar a gostar só pq ele, meu ídolo querido, gosta.

    Porém há coisas que ele gosta e q eu tb gosto e essas faço questão de curtir ainda mais, e adoro saber que ele tb curte! rsrs

  8. ly disse:

    Excelente post! 🙂

  9. Brah disse:

    da primeira vez não tinha as obras sagradas do Kusturica. é bom saber que que essas maravilhas são parte dos elementos que compoem seu imaginario. sem contar algumas outras obras supremas que ele deixa evidente atraves de alguma entrevista, ou nas suas criações. por exemplo nas suas pinturas. quase não se fala sobre Artaud, um dos maiores que já passaram por essa terra. digo, que deixou a sua grandeza registrada de alguma forma muito intensa! além até dos limites que a gente podia ter sobre intensidade. mas enfim, é um post de PROVEITOS sem limite pra qualquer pessoa.

    é divertido como o Johnny é tão sutilmente irônico que as vezes algumas pessoas entram nela na maior seriedade vitoriana e ficam presas lá.
    até porque algo que chamam de clichê, nas mãos do Johnny pode ter certeza que não é um, não é em vão. seu nivel de consciencia elevado não permite estar a julgamento se seus gostos são bons ou não. tudo que passa por suas mãos não passam a toa, em vão ou sem a consciencia necessária do porque de estar lá. até se for em vão eu tenho a impressão de que é com plena consciencia de que é em vão, e consequentemente, enfim..

    e quanto ao Dylan, é um arquetipo da natureza isso, as vezes o sol brilha tanto sobre a nossa opacidade que somos incapazes de aprecia-lo diretamente pela potencia tamanha do brilho. já acreditamos que ele é quem girava em torno de nós, o que mais não se pode acreditar. hahahahaha

  10. heleusiane disse:

    Que ótimo! É tão bom saber mais sobre o Johnny e suas preferências, independente de ter ou não os mesmos gostos que ele. Afinal, gosto cada um tem o seu e não se discute, apenas se curte.
    Mas que é sempre bom saber mais sobre ele, ahhhh, isso é. Valeu!

  11. Salete disse:

    Lmbrando que ao final Johnny diz: “Eu poderia continuar e continuar… alguma outra hora, talvez.”
    isto foi apenas uma mostra do que ele aprecia. E foi em 2009, portanto este acervo é muito maior do que se possa imaginar. A busca do Johnny pela “nata” no mundo é incessante.

  12. Laura disse:

    Bob Dylan na minha opinião é espetacular. Rolling Stones também. Mas adoro quando as pessoas tem senso crítico e dizem o que pensam. Ainda que essas opiniões não sejam iguais ao da maioria. O importante sempre é pensar sobre as coisas todas de forma única. Parabéns Elisa.

  13. Elisa disse:

    Obrigada, Laura! Vejo que vc entendo o que eu disse. Bom, dizer o que se pensa é fundamental, na minha opinião.
    Semper achei que opiniões existem pra serem expostas (não impostas, claro). Detesto “pela-saco” e “maria-vai-com-as-outras”. rsrsrs
    Quando concordo, digo. Quando discordo, digo da mesma forma. Por que não?… E acho que essa é a proposta aqui, né? As meninas do site devem gostar de ler as diferentes opiniões sobre os temas colocados em vez de ver uma sucessão de “améns”. rsrs

    Repetindo pra quem possa não ter entendido: não questiono de forma alguma o bom gosto do Johnny(mesmo porque essa coisa de ter bom ou mau gosto é algo meio relativo, né?). Mas ele TEM bom gosto (exceto em raros casos como algumas das suas tatuagens ou localização das mesmas) e é eclético, gosto disso. Apenas digo que tenho gosto DIFERENTE do dele em certos pontos. As pessoas são diferentes, portanto tem gostos e opiniões diferentes. Não dá pra concordar em tudo.

    Mas valorizo as coisas que tenho em comum com ele, inclusive no modo de pensar. Acho que toda fã faz isso.

    E qual é o pecado em ser clichê, Brah? Todo mundo é pelo menos uma vez na vida. Estamos cercados de clichês! Por que o Johnny não pode ser? Ele é humano, e irrotulável, então ele pode ser tudo ou nada… Ficar dando voltas e inventando pretextos pra livrá-lo do “crime” de ser clichê é meio forçado, não? Johnny PODE sim SOAR clichê, mesmo não sendo, assim como tb pode SER. Se é em vão ou não, isso não vem ao caso.

    Qdo eu falei em ignorar os clichês foi porque eu achei que bastava dizer que não curto em vez de ficar analisando obras que não são do meu agrado (e que acredito estarem na lista por uma razão particular) e criar polêmicas desnecessárias. Talvez algumas fãs pudessem não gostar do que eu dissesse. Eu falei do Bob (que pelo que eu sei nunca foi íntimo do Johnny) e teve gente que não gostou! rsrsrsrs

    Tb não curto Marilyn Manson e acredito que talvez Johnny hoje, fosse incluir algum disco dele na lista.

    Qto ao Bob Dylan não contestei o valor do cara. É uma lenda inegável. Mas não gosto de sua VOZ. E pra eu curtir uma música precisa que o conjunto funcione bem pra mim. Tenho que gostar da voz, da melodia, do arranjo, da letra, da “aura”. E isso não tem nada a ver com ter vozeirão. O cantor brasileiro Toquinho por exemplo é um que como dizem “não tem voz”, mas adoro ouvir suas músicas, a voz dele, pequenininha daquele jeito me soa bem aos ouvidos e pronto. Isso é afinidade.

    Mas tem fã que é tão cego que não admite que alguém possa simplesmente não se identificar com algo relativo ao seu ídolo e tentam desmerecer as pessoas que ousam não idolatrá-lo. Nem sempre é o brilho do sol que nos impede de apreciá-lo. É porque às vezes ele pode ferir ouvidos (aliás, olhos, pele… rsrs) mais sensíveis.

    Sim, falei bastante e peço desculpas a quem possa se incomodar. Mas às vezes é necessário mastigar bem pra não descer inteiro…

    Nunca fui a favor de leitura dinâmica porque costuma não dar certo…

  14. Lu disse:

    Achei incrível esse artigo da coleção essencial, três anos já se passaram, está na hora de Johnny abrir mais uma vez seu “baú” pra gente conhecer um pouco mais o que se passa dentro daquela cachola e um pouco mais de seus gostos pessoais.

  15. ro disse:

    Sim Sá, um verdadeiro tesouro.
    Com certeza esta coleção essencial é do Johnny Depp. (não sei porque a minha não interessa à imprensa…hahaha)
    Poderia dizer que a minha coleção essencial teria alguns itens em comum, embora eu não conheça todos os itens, outros que não aprecio e com certeza teria muitos outros que Johnny teria aversão!
    Elementar que cada pessoa possua a sua, mas o que me dá prazer é saber mais sobre Johnny.

  16. Mari Brito disse:

    Em termos de música, não curto nada ae, só Keith Richards e algumas músicas de Vanessa! Mas é muito bom conhecer essa parte da “coleção essencial” de Johnny!
    O que mais gostei são os livros!
    On The Road é um livro maravilhoso e q só faz parte da minha vida graças à Johnny 😀

  17. Laura disse:

    Ah, querem saber? Eu gosto mesmo é do Johnny. kkkkkkkkkkkkkkk

  18. Maya Moon disse:

    Clássicos com o Johnny , dão mais gosto ainda !!! S2 perfeito Sá 🙂

  19. Crystal disse:

    Adorei o post! É bom saber o que o Johnny gosta pois assim podemos ligar isso a muitas coisas em sua vida.
    Saber que Johnny citou On The Road como o livro de sua vida me levou a buscar mais sobre ele no ano passado e hj virou um dos meus preferidos.
    E concordo com o Johnny a respeito de Rimbaud e Baudelaire. Esses escritores simbolistas são incríveis.

  20. Ana disse:

    Uaau… Que linda essa materia, a mais generosa que lí. essa e as antigas que nos divertem tanto!!!! Não sabia que ele gostava de Baudelaire, que demaais!!!! 🙂
    Publiquem mais dessas e haja correria até as livrarias… :mrgreen:

  21. Ana disse:

    E o que é isso? 😯 Dialogar não é discutar e questionar não é ofender uns aos outros… Ainda mais debaixo de uma matéria tão dedicada. Johnny Depp nos prova em ações isso. Nunca iremos ver Johnny expressando seu desagrado por um Artista que ele não conheça profundamente. Johnny vai além do esperado… Nunca é injusto e por isso ele é tão respeitado pq sabe como respeitar aqueles que fizeram algo ou ousaram fazer… Ele sabe que já existem muitos críticos que não possuem talento para fazer e se dedicam em menosprezar os que fazem. Nosso Johnny faz ao contrário eleva aquilo que há de melhor mas que as vezes fica escondido pelos padrões da popularidade!!!!
    Quantas de nós não achava que sabia muito e descobriu -com ele- que tinha muito mais a saber? Afinal esse é um espaço dedicado a ele!!!!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

«
»