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Exílio

Recentemente foi divulgado um email que Johnny enviou para um amigo, o Ricky Gervais.
Veja aqui

O que mais me chamou a atenção neste email foi o encerramento:

Seu amigo em permanente exilio=
Johnny France.

Aquelas duas palavrinhas “permanente exílio” me tocaram profundamente e trouxeram várias reflexões.
O que faz um homem desses assinar-se no exílio?


Um homem que carrega multidões por onde anda e por onde aparece sua imagem. Viaja por vários países rotineiramente assim como nós vamos ali à padaria. E em cada lugar todos o esperam, servem, homenageiam. Um homem que vive rodeado de amigos dedilhando sons por onde anda.

Estar só na multidão.

Muitas vezes quando vejo Johnny posando para as fotos nas premières, parado, cumprindo seu dever na frente de milhares de fotógrafos, sinto que ele se sente uma mercadoria, e pensando: “não vejo a hora de sair daqui”.
(Sabemos que o mesmo não ocorre quando ele dá autógrafos e cumprimenta as fãs)
Aquele olhar introspectivo, às vezes tímido, às vezes irônico, mas mantendo a simpatia, pois como foi dito o post anterior, ele mudou, e hoje sua postura diante dos paparazzi é outra, leva tudo numa boa livrando-se de confusões embora isso o incomode muito.

Tudo bem, ele não é nenhum coitadinho, sabemos disso, é uma pessoa PRIVILEGIADA EM VARIOS SENTIDOS.

Mas já pensou você viver preso no meio da multidão?

Nunca poder coçar o nariz, pegar um filho no colo, olhar para algo com expressão de reprovação, nunca estar de mau humor. Nunca estar sozinho consigo mesmo.

Sempre que a família sai em público, as crianças são conduzidas pela família ou seguranças, Johnny sempre se distancia, atravessa a rua, entra pelo outro lado do carro, etc, chamando a atenção dos holofotes para si, enquanto as crianças escapam.

Suas crianças já foram várias vezes na Disney, mas ele não poderia andar por lá com eles.
Seu filho dirige aqueles carrinhos na Disney (tipo aqueles carrinhos de choque). Quem fica ao lado dele fazendo a maior farra, é o segurança. O pai jamais poderia fazer aquilo. E sabe Deus o quanto esse pai gostaria de estar ali.

Entâo faz-se necessário um lugar. Um lugar nesse imenso planeta onde ele possa se esconder, mas ao mesmo tempo ter espaço, respirar, colocar um chinelo, sair na rua, caminhar sozinho ou com a família. Este lugar existe.

Imaginem um lugar onde você possa viver sem holofotes, tomar um vinho na sacada, ler os seus livros e não atender telefone por vários dias.
Um lugar onde ele possa cultivar uma horta e colher os frutos com os filhos.

Simples, com estradas de chão, muitas árvores, bem isolado.

É lá que ele se esconde sempre que o trabalho permite.
Sim, na verdade não é uma casa, ou uma mansão, mas uma Vila, realmente, tipo o que para nós no Brasil se aproxima de um sítio.
A propriedade tem várias casas, pequenas, como um vilarejo. Essas casas devem estar sempre habitadas por parentes e amigos.
Tem até uma capela. Sim, aquela capela que aparece no clip que ele dirigiu para Vanessa!

Aliás, tudo indica que todo o vídeo foi gravado lá na vila, pois nele percebe-se a construção toda de pedra. Podemos ver os caminhos que Vanessa percorre, a casa com paredes de pedra, e um caminho por onde Johnny passa bem no comecinho do vídeo com sobretudo e cartola.

Emociono-me ao ver este lugar.

Agora entendo ainda mais a doçura deste vídeo e a importância que ele deve ter para a família, que aparece toda nele.

Johnny diz:

“É uma propriedade de 30 hectares e você sabe o que faço lá? Absolutamente nada.” Acrescentando que “há momentos em que permanece neste lugar ate três meses sem sair por um momento”.

Longe do brilho e glamour de Beverly Hills, Johnny descreveu seu dia em Plan de la Tour no sul da França:

“Quando eu acordo, olho o meu jardim. Vou ver se minhas plantas estão crescendo, se certas flores começaram a desabrochar.” Onde vamos dar um passeio? Devemos comer em casa com as criancas, ou talvez ir a um piquenique? Estes são os problemas que enfrentamos lá.

“Alguém me perguntou outro dia, ‘Onde é sua Terra do Nunca’? Bem, eu a tenho. Eu tenho tudo. Minha garota, meus filhos, minha família. Felicidade pura.”

“Eu me considero um cidadão do mundo, mas serei sempre um americano. Eu me mudei para a França porque queria um mundo real, todos os dias, o prazer de cultivar uma horta, de brincar com meus filhos longe dos holofotes, de ler para elas e contar-lhes histórias sobre minhas viagens.” (JD)

“Nossa vida é constituída por dias calmos, mas como os amigos são muito importantes para Johnny sempre temos convidados em casa. Ele adora cozinhar, fazer longas caminhadas, gastando todo o seu tempo livre com os nossos filhos “, (Vanessa)

“E eu ainda sou impaciente, mas para isso, tudo que eu preciso fazer é voltar para o calor da minha casa, com meus filhos, me torno de palhaço para eles, levar Vanessa para jantar em um restaurante do país, e me envolver nessa imensa onda de calor, satisfação e gratidão por tudo que a vida tem levado a um menino que passou a viver na estrada aos 16. Aquele menino era eu. (JD)
Revista Anna/Italia entrevista JD/Vanessa / nov2009

Então, este é o exílio. Com limitações, mas um exílio feliz.

Johnny entende que ele é a pessoa pública, assim como Vanessa, ambos são atores, e músicos.

Mas seus filhos e parentes não. Eles tem o direito de viver, brincar, ver vitrines, ter amigos, ir aos parques.

Ele tem direito de dar isso a seus filhos. Por isso não suporta a invasão dos paparazzi em seus momentos com a família ou em sua vida particular.

É muito difícil para nós entendermos isso, que queremos vê-lo sempre, inclusive em momentos tão íntimos como presenciamos esta semana.
Mas vamos nos colocar em seu lugar?
Acham que ele gostou daquela exposição da família? O que para nós, foram um ou dois dias de diversão, o que será que foi para ele e a família? A mulher exposta a comentários, os filhos observados…

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Se amarmos realmente o Johnny como vivemos declarando, devemos então respeitá-lo e a sua família.
Se ele não quer que sua vida íntima seja invadida, então vamos parar de invadir. Quem gostaria de ter um fotógrafo sentado no seu muro com uma lente fotografando você dentro de casa?

Ninguém!

Certas reflexões demoram a ser entendidas, pensadas e transformadas em ações.
Alguém tem que começar. Alguns sites internacionais já fazem isso.

E a partir de hoje, nós, do Depplovers em todos os seus segmentos (site, galeria de fotos, fórum, blog, facebook, twitter) não publicaremos mais nenhuma foto originaria de paparazzi.

Todas as imagens aqui postadas serão aquelas que sabemos ser autorizadas pelo Johnny.,
E com o passar do tempo, editaremos os posts anteriores, substituindo as fotos já postadas.

Vai dar trabalho, vai doer, se privar de certas imagens, mas isso é evolução.

(Amplie 2x)

Sobre fansites ele se pronunciou assim:

Há alguns (fan) sites que são na verdade muito, muito úteis… Essas pessoas conseguem filtrar e enxergar o coração das coisas – a verdade. É isso ou então eles me conhecem tão bem e quem eu sou que conseguem jogar todo o lixo fora e ir direto ao coração da questão. Eles são – incríveis.” — Johnny Depp

Isso sera realizado gradativamente, estaremos revendo, analisando e adaptando até chegar no ideal.
Temos recebido comentários maravilhosos aqui no blog e outros espaços do site, de vocês leitores que elogiam nosso compromisso com a verdade e respeito ao Johnny. Sem sensacionalismos, sem crédito a boatos e moderando os comentários inconvenientes.

Estava faltando esta parte das fotos. Nunca é tarde para corrigir.

Contamos com o entendimento de todos vocês Depplovers e que se possível, cada fã faça sua parte em seus sites de relacionamento, blogs e afins pela web.

Aqui está a letra da música do vídeo, que citei acima, Il Y a, traduzida. Percebemos que ele deve ter um significado muito especial para eles observando as imagens e a letra da musica.

Existe a pintura
envergadura das aves
Que luta contra o vento
Há, há, bordas
Distâncias, sua marcha
Quando você anda à frente

Há rachaduras
Trancas fechadas
Voam as pipas
Há, há, literatura
A falta de élan
por inércia
Movimento
Às vezes olhamos para as coisas
Como elas são
Querendo saber por que
Às vezes olhamos para elas
Como elas poderiam ser
Dizendo por que não
Há lalala …
Se tomarmos o tempo

Refrão:
Há, há, literatura
A falta de élan
por inércia
Movimento
Às vezes olhamos para as coisas / Como eles são / Querendo saber por que
Às vezes olhamos para elas / Como eles poderiam ser / Dizendo por que não

Há, há, mistérios / Silencio sob o mar / Que luta contra o tempo
Há, há, bordas / Distancias / Seu andar / Quando você anda à frente
Há, há, sopros / Suspiro de aventura / Emaranhando as pipas

360 respostas em “Exílio”

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