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Johnny no Brasil!!!

Johnny no Brasil!

A música o trouxe! O The Hollywood Vampires, que nasceu lá em 2011 com Dark Shadows, o trouxe! Parece mentira, mas aconteceu.
E as DeppLovers estavam lá! Comparecemos, vivemos todos os momentos! Somos testemunhas deste momento histórico da vida dele!

Johnny no Brasil é algo que sempre nos pareceu tão distante, mas foi sua “vida nova” dedicada à sua tão amada música e seus ídolos, que o trouxeram, e não os filmes.

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O periodo preparatório desta viagem foram meses. Desde fevereiro numa busca intensa de confirmação, de dúvidas , principalmente depois que ele sofreu o acidente na Australia e feriu gravemente um dos dedos da mão. Somado a isto havia a agenda de setembro cheia com os compromissos de divulgação de BlacK Mass e do perfume Sauvage da Dior.

Além disso, nós tivemos vários desafios a superar, ingressos, passagens de avião, hospedagem, problemas pessoais, o medo de participar de um evento tão grande, sozinhas no Rio de Janeiro. Tudo muito incerto. Um mergulho no escuro.
Mas chegou o dia 23, tudo certo, meu vôo saiu as 11h45, dia lindo, viagem tranquila, desde Florianópolis e a Adriana e a Rosa maria saindo de SP na mesma manhã. A Jay já tinha ido de SP um dia antes.
Uma hora e dez minutos depois cheguei no Galeão. De cima pude ver o Rio de Janeiro com sua topografia linda, e o efeito humano devastador. As grandes comunidades cobriam os morros como um tapete.
Pensei: Johnny está aqui, e foi esta visão que ele teve ao chegar.
Ao sair na porta de desembarque aquela sensação de alívio, e lá estavam as duas sentadinhas, Adriana e Rosa Maria me esperando.
A gente só se encontra se abraça, sorri, e é como se estivesse junto ontem. Tudo parentes.

Não estava nos planos mas a gente deu uma passada no Copacabana Palace, pra sentir o clima que estava por la. Mas ficamos apenas alguns minutos e vazamos.
Admiro e parabenizo a raça da Sarah e da Jay que ficaram lá o tempo todo, estavam focadas em seu objetivo e conseguiram o que considero mais importante: Conversar com calma com Nathan e com a Witney. Isso pra mim vale mais que um autografo ou selfie com Johnny e que ele nem lembraria depois. E o legal é que eles se surpreenderam por que nós sabiamos o nome deles e os reconhecíamos. E isso é o que faz a diferença.

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Jay, Sarah,Camila e Cynthia com Whitney Heard, Nathan, Alice Cooper e Bruce Witkin

Mas conversar com pessoas ligadas a ele é o que fica. É a gente sendo lembrada e comentada depois entre eles. É algo personalizado. E a Cynthia, uma gracinha de pessoa que nos segue ha muito tempo, adorei conhecer e que divide comigo o mesmo carinho a admiração pelo Alice Cooper, havia conseguido falar com ele pessoalmente e me mostrou a assinatura dele no braço dela.

Pegamos um ônibus para ir para nosso hotel no outro lado da cidade. Isso era um pouco mais das 17h. Cansadas, e de malas na mão. Falei com o motorista e ele disse que deveriamos descer um ponto antes do final. A viagem durou 3 horas! Era noite e nós começamos a se desesperar. Mas tivemos ajuda de um casal e fomos bem orientadas.

A avenida do RIR é a mesma do nosso hotel e está em obras, portanto, interrompida e com muita poeira, sem luz, e chão batido. O taxi se meteu naquela escuridão, passamos por uns lugares estranhos, e a gente ja começou a se apavorar. Pronto, fomos sequestradas, pensamos.
A gente estava sabendo que Johnny tinha ido ali no RIR fazer a passagem de som à tarde, e de ônibus com a banda. Então perguntei ao motorista; “será que ele passaram por aqui? ”
E o motorista disse que sim. Daí a gente começou a dar risadas de nervoso. Meu Deus, o Johnny passou por aquele lugar? Não precisava mais nada!!!! Socorro!
(Depois ficamos sabendo que não, os artistas tinham outro acesso por uma avenida liberada só pra vips)

Enfim, chegamos ao hotel sã e salvas, as 21horas!!! Sabe o que é isso? A viagem começou as 11h a manhã!
O hotel era maravilhoso, tudo perfeito. Descansamos. No outro dia recebemos as outras DLs que estavam hospedadas em outros lugares e fomos para a fila na cidade do rock
Quando chegamos lá na fila, fomos abordadas pela equipe da UOL e fizemos uma entrevista hahahah deu tudo certo.

Passamos o sufoco da entrada, algumas horas na fila, tomando muita água, embaixo de sol, 40 graus, muito calor.
Entramos em tempo de pegar lugar na grade, mas não deveriamos ficar lá. Pois não aguentaríamos das 14h até as 21h naquele calor, sem sombra e chegaria um momento que nem água chegaria até nós.

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Além disso, haveria dois shows de rock pesado em seguida e os caras iriam assistir o “nosso” show só pra guardar lugar e ele s eram maioria e iriam nos amassar ali. Dito e feito foi o que aconteceu.

Então nós resolvemos sair, procuramos a sombra de um totem gigante, e ficamos ali sentadas na grama até as 17 hs, até o sol baixar. Fomos para a plateia, e já estava uma multidão. Muita gente na frente.
De vez em quando eu encontrava alguma pessoa que nos segue no site e redes sociais, elas reconheceram pela camiseta, e ficavam muito felizes em nos conhecer.
Nós ficamos sem sinal de internet lá dentro. Nada funcionava. Apenas a Rosa tinha, porque ela tem 4G e mesmo assim ela economizava pra não acabar a bateria até a hora do show.

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A Sarah insistiu e ficou na grade. Passou mal, ficamos sem comunicação, ninguem conseguia chegar até ela, quebrou o celular, teve luxação no pé, foi pra enfermaria no final, mas assistiu na grade kkkk

Então começou o show do CPM 22.
Acabou o show, ficamos uma hora esperando o Hollywood Vampires.
Sufoco, sempre em pé, apertos, suor, a expectativa, e a imaginação indo longe, indo lá atrás dos bastidores, e sentindo “ele já está aqui!” Ele está lá atrás, se preparando. Eles estão nos observando e sentido o clima desta platéia, sentindo a vibração e certamente emocionados e apreensivos.

De repente as luzes começam acender, os fogos de artificio, a voz do Christopher Lee, a projeção do livrinho do Hollywood Vampires aparece no fundo do palco e telões e ahh a emoção.
Só víamos as cabeças, muito ao longe. Assistimos mesmo foi pelo telão e eles mostravam mais o Alice cooper. Sinceramente, eu me emocionei mais assistindo o show depois em casa, com imagens dele mais de perto e o som mais nítido.
Estava só eu, a Rosa e a Camila. A Jay saiu com a Cynthia e não conseguiram voltar para o mesmo lugar, acabaram mais pra frente. A Adriana tambem saiu porque não aguentou o sufoco mas acabou achando um lugar melhor lá na frente daquela passarela lateral que ele foi num momento e assistiu sozinha.

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Mas enfim, ver Johnny ali era inacreditavel. Lindo, pirata, feliz, emocionado, orgulhoso. Pra ele era muito importante estar ali, é um dos maiores festivais do mundo!
E o sonho daquele menino guitarrista estava ali realizado, e da melhor maneira possivel, tocando com mestres e numa homenagem tão linda. Me emocionei cada vez que ele aparecia no telão e não acreditei quando ele, muito metido, resolveu desfilar na passarela lateral, tipo um Mick Jagger, keith Richards, ameeei aquilo.

Tudo isso passava pela minha cabeça. As vezes eu pegava o celular, tirava foto, filmava, mas nada dava certo, e pensei ahhh vou curtir o show, pra que vou fotografar isso agora, depois teremos fotos HQs! Vou curtir!!!

O público curtiu um pouco porque as musicas eram conhecidas, rock classico, mas a gurizada não estava muito empolgada, eles estavam ali, para os shows seguintes. Quem vibrava mesmo era os fãs de Alice, Guns e as fãs do Johnny, que para a proporção do público, era minoria.
Quando acabou, ficou um gostinho de quero mais, e achei que teria a famosa ultima musica, um retorno, mas não teve. Acabou mesmo. E eles não tocaram as músicas inéditas, talvez porque não eram conhecidas do público, e o momento era de buscar a resposta do público.

Em seguida ficou dificil, porque o publico que estava esperando pela banda seguinte simplesmente invadiu a área. Era um mar de gente de preto, sem controle invadindo e a gente querendo sair na contra mão. Foi horrivel.

Bom, é isso, depois ficamos mais umas duas horas lá dentro, curtindo o show seguinte, conversando.
E mais um fato me deixaria atônita depois, o cara que maquiou o Johnny estava dançando sozinho na minha frente e eu achei ele o máximo e fiquei parada tirando um tempo dele e não sabia que ele tinha feito aquela proeza… Ó céus porque não puxei papo com ele?
Queria que vocês lendo, pudessem se imaginar lá junto, sentindo tudo o que sentimos e tudo o que passamos.

Embora muita gente tenha ficado frustrada com a passagem de Johnny pelo Brasil sem atender fãs, a gente diz que ja esperava por isso e até alertamos para isso várias vezes. As pessoas confundem um evento deste com as premieres e saidas de set de filmagens. A situação era outra completamente diferente.
Na divulgação de filmes ele cumpre compromissos como ator, e o atendimento aos fãs faz parte do cronograma.
Quando ele atendeu caracterizado de Cap. Jack, como fez na Australia e no Caribe, ele estava no personagem, não o Johnny, isto é visivel nas falas e nas brincadeiras. E também ele fica mais à vontade quando atende familias, crianças, idosos. Aqui no Rio ele veio como Johnny, para se apresentar para quem curte música, e participar do projeto da entrega dos aparelhos auditivos.
Recentemente ele falou numa entrevista algo assim: “Não me agrada subir ao palco e tocar para um publico que compra ingresso para ver o ator tocando, porque viu algum de meus filmes, gosto de tocar para quem curte música”
E muita gente não entendeu. A dica foi dada.
Além disso, existe os cuidados com a segurança. Sabemos que a fama do Rio de Janeiro com segurança não é das melhores e o povo brasileiro é muito de avançar, agarrar, e isto expõe o artista a riscos. O público americano, japonês e europeu tem um comportamento diferente, fica atrás de uma fita apenas e se comportam, esperando cada um a sua vez de ser atendido. Aqui isto não acontece. É correria, agarrões e gritos e palavras desrespeitosas.
Apesar de tudo, acho que ele levou daqui muitas lembranças boas, pois conheceu músicos brasileiros, encontrou pessoas humildes e profissionais competentes e dedicados nos eventos que participou relacionados à doação dos aparelhos auditivos, e sua esposa teve oportunidade de sair e passear um pouco, algo que ele não conseguiria fazer sem tumulto.
Agora é aguardar o dia em que em alguma entrevista, a gente tenha a sorte de um reporter perguntar pela sua passagem ao Brasil e ele comentar algo.
Uma coisa é certa, isto foi um marco na vida dele. O menino que sonhava ter uma carreira como músico e isto foi desviado em certo momento, jamais poderia imaginar de um dia tocar para um público tão grande e com tantos mestres ao seu lado. E este momento foi aqui, no Brasil. Nós tivemos esta honra.
Salete

Abaixo alguns trechos dos relatos de outras Depplovers que estavam conosco:

Rosa Maria

Finalmente, chegou a hora. Já não aguentava mais a ansiedade! Os Hollywood Vampires foram anunciados! Um show de fogos de artifício, som no máximo. Estávamos bem em frente ao telão da esquerda, e era possível ver o palco. Imagens dos Vampires originais foram projetadas, o palco escuro, e a voz de Sir Christopher Lee encheu os ares!

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Aí começou o som, incrível, e eles estavam em seus postos, tocando! Johnny estava lindo! Lindíssimo!! Aquela camisa branca, aquela bandana, a boina, os olhos, os cabelos no rosto! Foi uma gritaria só!! Tinha muito fã, muito mesmo! A primeira imagem dele que encheu o telão foi pra morrer! Gente, não existe nada mais bonito! Ainda bem que ninguém podia cair! Aí vimos as marcas da mordida do vampiro no pescoço dele, do Alice, que loucura!

A cada coisa que acontecia, eu tentava falar com a Sá, mas acho que ela não ouvia nada, kkkkk A gente só se olhava! O Matt estava arrasando na bateria, numa alegria incrível. Alice simplesmente estava hipnotizando a todos. Que presença de palco, que voz. Comandava tudo, é um frontman perfeito! E a gente ficava seguindo Johnny no palco e no telão. Quando ele caminhou pelas laterais do palco, cumprimentando a todos, o povo foi ao delírio ( e nós também). Tentei tirar umas fotos, mas era impossível. Uma vez levantado o braço, como desce-lo? A gente sabia que depois viriam as HQs morrentes, mas ainda assim tentamos. E Johnny não parava, andando pra lá e pra cá, suando em bicas. Eu acho que o público não vibrou tanto como gostaríamos, mas muitas músicas foram cantadas por todos. Emocionante. E quando o filho do Ringo, Zak, assumiu a bateria, não aguentei! Foi o único momento em que chorei, e dei um abraço muito apertado na Sá! Um sonho impossível estava acontecendo na nossa frente. Era inacreditável. Toda a tensão da espera, do sonho, da expectativa, a clareza de que Johnny estava realizando um sonho impossível também, tudo foi no abraço.

A Lzzy Halle deu um show cantando Whole Lotta Love com Alice. Foi um dos melhores momentos do show. E Johnny foi tirando a roupa, kkkk No final estava só com a camiseta de baixo! Eu senti falta de My dead drunk friends, mas entendo. Eles não poderiam tocar uma música desconhecida, para um público que em sua maioria mal conhecia a banda. E aí, acabou!! Muito rápido, eu queria mais. Tão lindo eles agradecendo! Pareciam muito felizes e satisfeitos! Ah,eu queria mais, 😆

Aí foi uma luta para sair de lá, muito empurra empurra, mas conseguimos, e nos encontramos com as meninas. Todas felizes, tontas, realizadas. Eu e a Sá tomamos um shop pra comemorar!! Depois fomos até a lojinha dar uma olhada e comprar alguma lembrança (camisetas, sacolas), e ficamos curtindo de longe o som do Queens of the Stone Age, por sinal muito bom!! Foi aí que ficamos na frente daquele menino que maquiou o Johnny (nem sonhávamos com isso aquela altura). E também soubemos que a Sarah estava na enfermaria (ela havia torcido o pé), mas estava bem.

Lá pelas duas da manhã, descobrimos que o show deles estava sendo reprisado na TV, e assistimos de novo, kkkkk. Resultado, só depois das 3h30 é que fomos tentar dormir, ou melhor, desmaiar! O corpo todo doía, as pernas estavam imprestáveis, mas a felicidade era imensa. Ele veio, ele tocou, nós fomos testemunhas!!

(…)As despedidas, cada uma pegando seu voo, de volta pra casa, com uma sensação de missão cumprida muito boa. A noticia de que ele já se fora, aliás, que todos se foram na madrugada, nos pegou de surpresa. Todos voando! A incrível aventura chegava ao fim.

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Adriana:

O show começou, telão mostrando os verdadeiros Vampires, meu coraçao a mil! Johnny no palco! Tremia de emoçao. Tentei filmar , mas desisti com medo de deixar o celular cair. Guardei o celular, esqueci dele e decidi curtir tudo ao maximo. De repente, vejo Johnny saindo do meio do palco e caminhado na direçao que eu estava…. Tremia que nem bambu…rsrsrs. Nao acreditava, abria a bolsa pra pegar o celular, mas nao comsegui, estava paralisada. Ele parou bem ali, a poucos metros de onde eu estava , acenou, apontou para o publico, e eu que nao tinha com quem compartilhar o momento, compartilhei comigo mesma…rsrsrs. Ele nao se demorou muito ali e voltou ao meio do palco. Solto, genuinamente feliz e encantado com o “mar de gente” . Quando o show terminou, fiquei com um gostinho de quero mais, mas nao teve…rsrs. Sai de onde estava e fui ao nosso ponto de encontro ( haviamos combinado um ponto pra se encontrar caso nos separassemos ) , fui meio murchinha, pois estava feliz, mas sozinha sem ninguem pra comentar. E aí quando cheguei la no ponto de encontro, a Jay e a Cynthia ja estavam la! Fiquei muito feliz!!! Sentamos na grama ( artificial ) e la ficamos por um tempo.
Chegamos ao hotel em petiçao de miseria, roupas imundas ( em casa nao sabia se lavava ou se tacava fogo em tudo!…kkkk ) , porém de alma lavada, espirito livre! Tinhamos visto The Hollywood Vampires, Alice, Duff, Andreas Kisser ( sim , um Sepultura tocou com os Vampires ! ) , Matt… Todos de uma tacda só e como cereja do bolo : Johnny!!!!
Valeu os meses de angustia e incerteza pre-show, valeu as horas de voo e aeroporto, valeu a terra que tivemos que sentar , valeu o horrível sanduiche do Bob’s a 26 reais , valeu as interminaveis horas de onibus circular, valeu o calor Senegales de 80 graus, valeu a falta de sombra para enfretar o sol, valeu a muvuca fedida, valeu a massa de camisetas pretas heavy metal, valeu nosso hotel ( esse era otimo de verdade…rsrs) , valeu o copo d’agua a 5 reais no meio da muvuca!!!! Valeu tudo isto para estar mais uma vez frente ao meu idolo e com pessoas maravilhosas que compartilham esta minha admiracao sem medo de ser feliz!

“Que a vida começasse agora e o mundo fosse nosso outra vez
E a gente não parasse mais de cantar, de sonhar…

Que a vida começasse agora, e o mundo fosse nosso de vez
Que a gente nao parasse mais de se amar, de se dar, de viver…

uou uou uou uou uou
Rock in Rio !!!”

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Camila:

Quando o show começo, fiquei hipnotizada e encantada com tudo, Alice soltando a sua bela e incrível voz, Bruce no teclado e em pequena bateria, Matt na bateria principal, o doce do Duff no baixo, o Tommy, o Joe… Todos demais. E o Johnny com seu estilo mais rockeiro possível, na guitarra, lindo… seu cabelo preso com uma faixa que deixava uns fios soltos do lado… Eu conseguia vê-lo pequeno no palco, as vezes eu precisava ficar na ponta do pé, mas via ele com fios de cabelo voando pelas orelhas e pensava: “É um vampirata anjinho, vai sair voando a qualquer momento.” E ele saiu… Ele foi andando para esquerda e acompanhei ele com os olhos E ELE PAROU BEM NA MINHA RETA!! Ai, na emoção eu acabei gritando Johnny, como se ele fosse capaz de ouvir. Haha Depois ele andou um pouco mais e olhava admirado para cima: E eu só pensava… Deve estar deslumbrando-se com a dimensão da plateia… Que lindo. E esta tão a vontade no palco, nem a dimensão da plateia o intimida! Que perfeito!

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Jay:

Quando a voz do saudoso Sir Christopher Lee ecoou no telão, meu coração já estava na boca e daquele momento em diante foi só alegria…
Filmei pouco, porque estava apenas com meu celular para registrar tudo. Na correria da viagem, minha fiel companheira de shows (minha câmera digital), acabou sendo esquecida em casa. Fiquei com medo de deixar o celular cair, mas claro que não poderia deixar de registrar pelo menos um pouco. Desculpem os palavrões, fiquei muito eufórica e feliz. Foi tudo muito, mas muito surreal mesmo.
O show foi além das minhas expectativas. Que marco presenciar o encontro épico de Andreas Kisser (do Sepultura) com nossos queridos Vampires. Eu também amei a participação feminina da Lzzy Hale (vocal da banda americana Halestorm) em “Whole lotta love”.
(…) E esse foi o fim do grande dia. Todas muito cansadas, porem realizadas. Me despedi da Sá, Rosa, Adri e voltei pra casa da Sarah.
A coitadinha estava de molho. Pé machucado, mas graças a Deus, nada grave.

Foi uma experiência que jamais irei esquecer e agradeço de coração a todos que de forma direta, ou indiretamente, tornaram esse sonho possível.

Obrigada família! Obrigada DLs! Obrigado Hollywood Vampires!

Até a próxima vez…

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6 thoughts on “Johnny no Brasil!!!

  1. Cy disse:

    O que mais me deixa derretida é o relato de todas as pessoas dizendo que ele não parava de olhar encantado para o público enorme Ai, ai e pensar que o nosso Johnny realizou seu sonho de músico, ainda por cima com uma baita ação de caridade junto, aqui no nosso país. Torcendo muito para que ele comente algo sobre o Brasil em alguma entrevista.

  2. Adriana disse:

    Valeu-eu-eu-eu!!! Estive no Rock in Rio , vi Johnny, Alice, Guns, Andreas Kisser, The Who, Lzzy poderosa todos juntos ao mesmo tempo! Um pacote basico pra guardar no coraçao! Como disse Alice ao final somos todos Vampires!… Uhuuu!

  3. Liu disse:

    Ahhh..Não me canso de reler e revivendo essas emoções. Não estava lá presente, mas, em sintonia com vocês, meninas, está lá o meu coração! Valeu!

  4. Liu disse:

    Ahhh..Não me canso de reler e reviver essas emoções. Não estava lá presente, mas, em sintonia com vocês, meninas, está lá o meu coração! Valeu!

  5. CamilaD disse:

    O mais assustador é que não consigo cair na real. Estive lá, vi o Johnny TOCAR! CANTAR! CORRER PELO PALCO COM OS OLHOS BRILHANDO! Mas aparece que foi tudo um sonho, porque foi tudo novo… Eles todos no Brasil, no Rio, foi tão impensável isso por tanto tempo, que quando aconteceu foi demais… eu ainda não acordei para isso TUDO!
    Mas os nossos relatos, fotos, lembranças estão ai para provar que foi tudo real! ACONTECEU! PRESTIGIAMOS UM MARCO NA VIDA DO JOHNNY e ainda VIMOS E ESTIVEMOS PERTO DE TODAS ESSAS FERAS NA NOSSA CASA!!! Apesar de tudo o que passamos (to com a garganta inflamada ainda rsrs), GANHAMOS NA LOTERIA!

  6. Luzmarilda. disse:

    E meu coração estava lá…

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